19 julho, 2014

Previsões

Engraçado como titular por "previsões" me remeteu a estoque, guardar para um futuro próximo, uma visão quase apocalíptica e complementar em destino daquilo que resolvi escrever hoje. Nem era essa ideia, mesmo porque me parece que graça a prazos de validade, capitalismo desenfreado de comprar e comprar, gastar adoidadamente por supérfluos e um conforto mínimo, estoque seja uma ideia tão despropiciada de argumentos válidos e fatídicos, pelo menos aos meus conhecimentos, que a mim, soa muito estranho.

Numa era apocalíptica de guerras, fome, sede: como você manteria um estoque de sobrevivência sem armas e com tudo tendo validade? No mínimo seria um abrigo sustentável, que produziria seu abastecimento, mas e a água? Como tornar a água sustentável se não existente "novos" mananciais e quando falo isso, não estou me referindo aos inacessíveis, estou falando de novos mesmo, surgidos "do nada". Chuvas? Ácidas. Difícil.

Do meu quarto andar, que é sétimo, no centro da metrópole, com o ipad na mão. Se eu não for abastecido, ou não tiver dinheiro, não sei como obter água em uma situação crítica. Retirar de cactos via Uma série, mas não há cactos na região. Exagero? Sim. Estou indo a extremos... Mas é possivel, é um caminho. Mas como disse, estou fugindo devido ao titulo com conotação dupla. E me empolguei com outro assunto para variar.

Mas eu sei: Não, não consigo nem imaginar. Como em uma Era como a de hoje, olhando apenas pelo lado positivista: conforto sobre conforto de uma metrópole e do meu sofá (que nem tenho) e um garrafa d'água mineral ao lado eu seria, eu poderia mudar alguma coisa?

Essa dúvida me incomoda tanto, tanto. O que realmente poderia ser feito para mudar o rumo catastrófico, que me parece em quase todas as analises e filosofismos que tento, de um jeito real? Tudo parece-me maquiado para obter sua própria sobrevivência.

Motivo da minha indagação? Vários. São Paulo sem água, notícia de um supermercado que anuncia a venda dos legumes despadronizados mais baratos como se estivesse fazendo um bem a fome do planeta. A mídia que compra batalhas antagonicas em época de eleição de políticos, que na sua grande maioria, me parecem fantoches preocupados em ser belos por fora e sem objetivo claro e concreto. Vendemos imagem, mas o que está debaixo das cascas?

Minhas previsões, ao estilo finada mãe Dinah, para os próximos anos.

Seremos todos ainda mais egoístas. Nós e a próxima geração. A próxima, talvez, pense societariamente.

Corrompimento dos grupos. Esse ainda vai demorar. A reestruturação de sindicatos para aquilo que eles foram criados e, uma pena, eles dependem da mudança do conceito das pessoas.

Desespero pelo seu lugar ao sol ou submissão geral. Dai o cataclisma.

Vou parar por aqui, caso contrario ficarei deprimido. Então qual a solução? Não sei. Penso muito no desapego, na entrega, na fé, no trabalho mas todos esses sucumbem ao fato da necessidade e sobrevivência. Na entrega completa que, ao menos eu, não sou capaz sem amor. E quando falo de amor, consequentemente penso em renuncia ao ego, a entrega ao próximo em busca do equilíbrio ao que se quer e ao que se conquista.

Você ama? Você não ofusca, você se preocupa, mas deixa ir mesmo que sangre em cacos sua alma. E então, vejo as mesquinharias, os egos, os desejos que sobrepõe tudo isso. A não entrega, a paixão. Amar, ao meu ver é apostar tão alto que ao se quebrar a banca você estará nú (figurativamente) diante dos seus inimigos. Estará entregue e despedaçado. Pronto para dar sua vida pelo seu erro, como conviver com isso?

Quando leio sobre "idolos" que mudaram o mundo, leio sobre essa entrega. Mas não os conheci, seriam eles pessoas comuns ou eram predestinados que colocavam o outro em primeiro lugar ou eram egoistas tambem?

Toda vez que penso em mudar o mundo, penso que eu deveria mudar primeiro. O problema disso é para quê e por quê?

Vou lá fazer café e pensar um pouco mais...




09 junho, 2014

Formulários de Promoção na Web – Marketing o que você deve ou não fazer, embora muita gente aceite… ou faça um hotsite assim…

 

O peso da evolução é que ela (a evolução) não é necessariamente benéfica ou útil, além disso acarreta SEMPRE em algumas mudanças de hábito e quebras de paradigmas de tempos em tempos.

http://manualdapilhaerrada.files.wordpress.com/2013/04/atraves-do-tempos_evolucao_web2.jpg

O que não quer dizer que toda evolução é ruim, há coisas que você aprende e melhora e coisas que você entende e descarta. Para todas as pessoas esse tempo de discernimento é diferente, mas é preciso, então fique esperto.

Na web não é diferente, aliás principalmente na web que tudo é rápido, evolutivo, novo e que tem muita gente fazendo muitas coisas e muitas coisas diferentes: com preços e valores diferentes, com pesos e medidas diferentes, com conceitos e entendimentos e necessidades diferentes – só essas variáveis já deixam qualquer um louco e, quando seu salário e o prazo da entrega está apertado, melhor não pensar, certo? Errado!

Prudência e dinheiro no bolso, canja de galinha não faz mal a ninguém! – Diga lá àlegria do Sr. Jorge Ben.

Costumo pegar no pé de sites que gosto e que eu uso, e tentar explicar coisas que cobro, na maioria das vezes para mostrar ou ensinar, aliás, são alguns anos estudando para chegar a essas “ideias” e o escolhido do estudo de como melhoraria do hotsite da promoção hoje é o Sonda.

Vamos esclarecer uma coisa inicialmente: o site está feito, não sei do prazo que eles tinham, não sei da qualidade ou da experiência da equipe técnica, não sei se o gerente, dono, chefe, superior imediato, designer, etc. é um fdp de marca maior arrogante que acha que sabe tudo ou não… só sei o que EU e o time que estivesse comigo não faríamos, então, vamos lá!

Hoje as pessoas acessam sua página através da web e de dispositivos mobile além de estarem sempre apressadas. Vamos ver como está feita a mecânica da promoção?

Tudo começa com você efetuando sua compra. Em seguida você é orientado a utilizar o cupom gerado no caixa, para cadastrar no site e concorrer a prêmios, tudo ai, tranquilo, não li o flyer todo, mas ok.. meu papo é web, então vamos lá…

DSC_0457

Você digita: www.sonda.com.br e acessa o site:

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OK, tudo lindo até aqui, fácil de achar onde clicar para inserir o cupom, bem visível, embora eu tenha achado feia a montagem do 2 TVS de 70’’ GIGANTES que parece que foi feito com o Paint, mas enfim…

Então eu clico sobre o call to action (botão") “Clique e cadastre seu Cupom”.

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Pronto, já começou a sobrar cliques, o botão não era para cadastrar o cupom? Por que eu fui parar no hotsite com outros dois botões?

Uma das coisas que você precisa pensar na hora de desenvolver seu site é a consistência da informação, clique e cadastre seu cupom não é “ir para o hotsite da promoção”. Ah, mas você está sendo crítico Raul, sim, estou. Mas como não quero procurar “pelo em ovo”, farei vista grossa e vou “Cadastrar meu cupom”.

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Vamos lá: qual a porcentagem de novos cadastros versus cadastrar outros cupons teremos em uma promoção? A mim, parece bastante óbvio que se é uma promoção de grande escala, o número de pessoas cadastradas será maior de pessoas que voltaram para cadastrar outros cupons.

O foco está no Recadastro. Erro 1.

Pensando ainda no objetivo da campanha: coletar informações dos clientes – vamos facilitar o novo cadastro ou em quem volta? OK. Suposições, mas ai, já sou cliente do site, mas comprei no caixa. Digito meu usuário e senha do site, e: não funciona.

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Como deu erro, leio a informação do hotsite – não, não me cadastrei na promoção, me cadastrei no site, mas ainda assim, para as pessoas comuns não seria tudo um ÚNICO cadastro no Sonda? Tá, vamos ser coniventes com os problemas de TI e priorização de trabalho de marketing versus os prazos apertados para fazer a promoção… entendi.

Vamos lá, vou me cadastrar: Não tenho cadastro, clique aqui! o LINK só na palavra aqui!. Vamos minimizar os cliques para priorizar o “SEO”, ham? Sim, se esse foi o argumento, deveria soar um bipe.. nem um nem outro! Mas tá, ignoramos e vamos ao FORMULÁRIO de cadastro que é o objetivo deste post e que chega a dar calafrios neste que vos escreve.

Fiz alguns blocos em vermelho e verde para demonstrar o que está ruim e o que está bom:

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Primeiro acerto: Usar a opção de seleção única um sobre o outro. Eu acho que na verdade o programador apenas fez sem pensar usando o framework, mas se fez, acerto, é essencial que esse tipo de controle no formulário seja um sobre o outro, no sentido da leitura. Ponto! E o único…

Vamos ao que poderia ser melhorado, para melhorar inclusive, a imagem da equipe do Sonda que sinceramente poderia ser um case de sucesso se recebesse um bom investimento pois é um ótimo serviço.

Primeiro ponto: com a popularização dos módulos de consulta de CEP obrigar o cliente a preencher todo o endereço está alguns anos defasado! Poderia inverter a ordem e a exibição dos campos: UF/Estado – Lista das Cidades do Estado automática? OK, CEP, busca CEP e preenche o endereço. Complemento final e único campo a digitar. Poderia inclusive ir mostrando apenas os campos necessários durante a digitação ao invés de colocar todos os campos de primeira. Mas para que né? Lá nos anos 90 era feito assim no MS FrontEnd. :-O

Agora o bloco telefone: me explica, pq o que não é obrigatório vem antes do que é obrigatório? Lógica – não há né?

Ai desanda. Sou obrigado a conhecer o bairro da Loja que comprei! Poxa vida, você não vai me obrigar a digitar o CUPOM? pq não relaciona onde esse cupom está com essa informação. Por que eu, cliente, inocente tenho que “pagar” essa informação.

Ah! mas você é preguiçoso! Sim! Eu sou! Não quero perder tempo! Quero agilidade no preenchimento, quero que vocês trabalhem o interesse é mais de vocês do que meu, qual o motivo de vocês terem criado a campanha?

Além disso, eu fui olhar no cupom fiscal para saber qual era a loja e não há informação, então tive que ler, opção por opção, para descobrir uma informação que é TOTALMENTE de responsabilidade de quem trabalha ai!

UFA! e fecha com chave de ouro, o select do aceito receber novidades e promoções via “email” e SMS já vem clicado! Só isso já é péssimo! Ai não me dão opção! Não quero receber SMS mas quero receber E-mail! (aliás, a grafia correta é essa, com hífen) mas isso pode ser a vontade, muita gente já escreve junto e a linguagem é viva! Mas vocês não querem mesmo que eu dê optin para AMBOS!

OK… respirei.

Depois preenchi o formulário, cadastrei o cupom e deu erro! Umas três vezes, estava desistindo e fui checar o meu cupom e ele já estava cadastrado! OK. Nem vou comentar, pode ser um problema comigo…

Mas tá lá. Me cadastrei. O cupom tá valido e o post tá concluído.

Então a promoção é legal, o objetivo é útil, mas por favor desenvolvedores e gestores. Pensem que facilitar para seu cliente é muito melhor que complicar. Não basta por um site no ar, você deve pensar o seu site, deve observar o que pode facilitar, o que pode excluir! O que pode contribuir usando as tecnologias que você já tem a disposição.

Espero que alguém leia. Se ler, deixe seu comentário ou um OI. É muito deprê saber que você acessa o blog, lê um texto imenso e nem fala, oi, estive aqui. Quero saber quem são meus leitores!

até a próxima.

26 maio, 2014

Transmidia

E então, numa conversa de facebook com a Srta Cacau, eis que ela me pede: defina transmidia. Pergunto se pode ser uma definição informal e pessoal, ela permite. Fecho os olhos, penso um pouco a respeito e digito:

transmídia - o excerto de vários caminhos de transmissão de informação sobrepostos que agem um sobre o outro criando concepções variadas e análogas em si pois tem como base a necessidade de transmitir, com várias ferramentas, algum conceito ou objetivo do utilizador da ferramenta.

Em seguida ela pede um exemplo, e eu dou: o caractere/letra/simbolo: "A".

que fique registrado, depois fui pesquisar o que era excerto pq eu não tinha certeza do seu significado, mas cabia na definição que pensei... então, o restante, uma hora ou outra que eu estiver afim de digitar, colocarei.. :P

 

24 abril, 2014

Post Mortem - direto do Google

O Google possui um serviço de contas inativas.
Serve para configurar o que vai acontecer se você não executar nada em um determinado período de tempo.
Quase como um testamento online.
O que vai acontecer com suas fotos, endereços de pornografia, etc? Você define quase tudo lá.
Isso mesmo, se você morrer o que vai acontecer com sua conta, já pensou se alguém vai poder acessá-la? Você vai mandar um e-mail para seus contatos?

A minha mensagem post mortem acabou de ser gerada..
Então já sabe, se você me mandar uma mensagem e receber:

"Sabe, eu brincava muito que quando partisse poucos iriam sentir falta, ainda acho isso, talvez você esteja me mandando um spam ou um convite e nem sabe da última: eu morri. Pois é.. esta é uma mensagem automática post mortem, então, sinto muito, não vou te responder.. acho que, com o andar da carruagem, também não terá mais ninguém para vc avisar ou conversar, lembra, eu era meio isolado? então, paciência.
Foi bom, ou não, te contar isso... Aproveite a SUA vida, pois ela acaba... ;-)
Enjoy.
É isso..
Descanse em paz.. ;-)"

eu fui...  literalmente.

Para configurar o seu: https://www.google.com/settings/account/inactive

PS: coisas que me deixam deprimido... na tela de quem avisar


Não tenho idéia de quem eu colocaria... :-'(



Antes de julgar os outros ou reclamar qualquer verdade absoluta, Considere que ...


... você pode ver menos do que 1% do espectro eletromagnético e menos do que 1% do espectro acústico. Enquanto você lê este textinho, está viajando a 220 quilômetros por segundo pela galáxia. 90% das células do seu corpo carregam seu próprio DNA microbiano e não são "você". Os átomos do seu corpo são 99,9999999999999999% de espaço vazio e nenhum deles é o que você nasceu, mas todos eles se originaram na barriga de uma estrela. Os seres humanos têm 46 cromossomos, dois a menos do que a batata comum. A existência do arco-íris depende do fotorreceptor cônico em seus olhos; para animais sem eles, o arco-íris não existe. Então não basta olhar para um arco-íris, você o cria. Isso é bastante surpreendente, especialmente considerando que toda a cor bonita que você vê representam menos de 1% do espectro eletromagnético que você pode ver... 


Tradução livre de:


17 abril, 2014

Coisas que deveria saber?

Hoje pesquisando um termo quase comum notei um buraco nos meus conhecimentos úteis após perceber que não sabia o que vinha depois de nonagenário; fui, então, pesquisar... Quase, descobri que depois do centanário usa-se a idade, pelo menos não achei nada diferente. Aos vinte e aos dez como seria? Ao completar 150 seria como?

Alguém tem a lista completa?

Trintenário - que completou 30 anos
Quadragenário - que completou 40 anos
Quinquagenário - que completou 50 anos
Sexagenário - que completou 60 anos
Septuagenário - que completou 70 anos
Octogenário - que completou 80 anos
Nonagenário - que completou 90 anos
Centenário - que completou 100 anos

19 fevereiro, 2014

Princípios éticos, morais e objetivos: o desafio de uma época

 

O título deste post é pomposo, mas é exatamente do que quero tratar.

Começo com uma pergunta: se você está no meio da multidão agitada e seu objetivo é claro, sua moral é condizente com uma realidade onde seu princípio ético é apropriado para evolução do que eles te servem?

Você será empurrado, você será afogado, você sucumbirá a grande voz ou à força. Muitos dirão: você deve lutar! Mas meu senso de preservação me diz: não quero ser um mártir, e pior, o mártir só vira mártir se estiver à frente de uma causa onde a multidão, ou parte dela, suficientemente poderosa poderá fazer diferença, ai, talvez valha a pena morrer pelo seu principio. Trágico não?

Vamos facilitar a visão do que estou dizendo com o fato que gerou a ideia deste post. Estou atualmente desempregado, quase por opção, pois estou tentando aproveitar um pouco o meu tempo em busca do meu objetivo, mas é outra história, enfim... costumo relutar em aceitar resultados de pesquisas encomendadas. Ainda não é a raiz...

Vivemos em uma sociedade onde é necessário sobreviver. O custo de vida é alto, temos bocas para alimentar (mesmo que seja a nossa), temos que pagar nossas contas de serviços: energia para escrever este post, comprar o computador, ter o local para escrever. Já fazemos parte do sistema que temos que ter o suficiente para manter um padrão onde possamos nos enquadrar como parte de um grupo conciso, nem que ele seja mediano.

Esta realidade se aplica a você e a mim. Todos temos problemas, família, objetos de desejo. Agora pensemos numa cadeia hierárquica de consumo numa pesquisa: como empresa, contrato outra empresa, para prestar serviço de pesquisa. Ou seja: minha empresa quer faturar, meu superior imediato pede resultado, você tem que saber mais sobre o produto, onde o objetivo é ganhar, e nesse caso já temos dependência do dono da empresa, do meu chefe, minha, do dono da empresa de pesquisa, do chefe do cara de pesquisa e finalmente do entrevistador. Meio rápido, mas a hierarquia de todos é baseada na necessidade de bocas para alimentar. Preciso do meu emprego, ou engulo sapo, ou atendo meu chefe, ou sigo meu principio ético e passo fome pois sou demitido por ir contra a ideia geral. Novamente, estou indo de ponto a ponto rapidamente para ilustrar a ideia.

Desse modo, a empresa de pesquisa contrata um trabalhador mais desesperado e menos preparado para ficar em pé, na rua, faça chuva ou faça sol, para preencher questionários que comecei a escrever num escritório com ar condicionado e café a vontade, mas com a cobrança de resultado.

A folha circula, até que, um dia, caminhando na rua, sou parado pelo entrevistador: você pode responder uma pesquisa? Claro! E começo a responder. O entrevistador anota meus dados: nome, telefone, tudo certinho, e começa a perguntar: resposta um, dois , três.. e ele começa a preencher de acordo com outras respostas que não as minhas.

Vou brigar com ele! Ele chama o chefe, que chama o chefe, que chama o cliente que sou eu, que pedi o prazo para ontem! Mas eu estava na rua! Pera, para tudo... o ciclo começa com problema no principio da necessidade – quero mas para ontem! Meus prazos não esperam, pois fui treinado para cobrar que você entregue rápido! Mas a cultura deu-se por razões que o funcionário que não for cobrado, não entrega a tempo, pois irá falar de futebol e está preocupado com os filhos! Então, onde está o problema?

No principio ético, moral e objetivos de cada um. Analise seu objetivo, tenha em mente que uma alteração sua pode influenciar toda a cadeia, e isso vale para você que está em qualquer uma das pontas! Todos temos prazos, mas as pequenas morais: não mentir, não omitir, não atingir é possível. Há momentos que o prazo não será entregue! Não existe exceção para sempre cumprir-se tudo a mais perfeita ordem. Tudo teria que ser perfeito demais... e nós, seres humanos não somos...

Cansei de escrever...

18 fevereiro, 2014

Inspiração.

Um campo aberto, grama verde amarelada ao amanhecer no pós inverno. Algumas pedras, cinzas mantinham a sombra necessária para pequenos cogumelos, mas era só. Nenhuma árvore no horizonte próximo, apenas pequenos arbustos. Seria um pasto, se a pessoa mais próxima não estivesse tão longe, bem como qualquer animal possivel para pastar por ali. 
Uma manhã como outras tantas. Gotículas de orvalho irradiavam um brilho tácito no canto do olho. O cheiro de terra molhada produziria aquele efeito calmante que nos obriga a respirar fundo.
O céu, de um azul tranquilo, com quase nenhuma núvem além daquelas no fim do horizonte.
Alguns passaros distantes, voando tão alto que não são definíveis. Alguns zumbidos apressados: abelhas, mosquitos... Inspiração. 

Inspiração.

- Deus do céu! Parem com o barulho, tem alguem querendo meditar!

08 fevereiro, 2014

Porra e-commerce (e-mail marketing Sonda)

Ja faz um tempo que comecei a pentelhar (publicando online) quando uma peça de email marketing tem uma gafe ou algumas coisas que provam minha teoria de que para muitos "momentos" não precisa ser bom ou bem feito, o importante é cumprir o prazo já que ninguem liga pra essas coisas pois "vamos disparar" temos que vender!

Enfim... Não quero entrar na discussão do que é certo ou errado nesse método, mas resolvi trazer o #porraecommerce do twitter pro blog pra não perder os posts...

E o "vencedor" de hoje é:

Sonda Delivery

1) se a modelo segura uma pêra, pq não tem preço na pêra? A cor da pêra sobre o fundo arenoso tá ótimo #sqn. A modelo olhando pra cima e pro nada, e nada... Nada né.

2) proporção: quero a perola daque concha, o tamanho é o ante braço... Enfim.. Péra, pq raios tem uma concha e areia de praia num delivery de supermercado? Ah! Verão é o tema da campanha... Estranho, que não tem 1 produto que se usa só no verão na peça toda...

3) Ponto positivo: aboliram o R$ da peça... Show!

4) pra que mesmo tem essa modelo ai? Ah! "Humanizar a peça!" :-/ só tem um detalhe: caberia outra oferta ali... Será que venderia mais ou menos? Teste! :P mas a modelo é inutil numa area ótima de impacto.

E por último:

5) quero acreditar que o alerta caiu por eu ter visto a peça no meu ipad... Mas aprecie com moderação, eu só acho que é da cerveja duas ofertas atrás, mas apreciarei com moderacao o veja e o shampoo... É importante economizar agua no verão... Mas serio, prova outra teoria, esse alerta só tá ali pq alguém "obrigou" e nao serve pra porra nenhuma.



17 janeiro, 2014

O que eu quero e a queda da paixão…

(revista pela terceira vez pós publicação para corrigir alguns erros…)

Perguntaram-me o que eu quero.

Resposta difícil essa, muito difícil.

Pensei em dizer: mudar o mundo.

Mas não o mundo muda à sua velocidade e este grão de gente tem uma pequena e mísera contribuição para isso.

Para mudar o mundo seria preciso genialidade, sorte, força, presença e esse algo que busco e não sei o que é. E pensando um pouco mais, nos dias de hoje: muito marketing pessoal, poder, abnegação e martírio.

Definitivamente não cheguei ao status de divindade para sofrer por essa mudança. Olhando fundo, não sou tão altruísta. Gosto do meu circulo e espaço, mesmo que seja dentro da minha cabeça um tanto confusa.

Pensei mais um pouco e a resposta surgiu: mudar as pessoas!

Mas as pessoas são diferentes e mutáveis.

Tantas se transformaram com o tempo; para pior e para melhor. Foram tantas que conheci, que conheço e desconheço.  Nem mesmo elas se conhecem, como mudar o desconhecido?

Tantas me decepcionaram e tantas outras me surpreendem positiva e diariamente.

Surgem e se vão.

Não, não quero mudar as pessoas, queria no máximo dar um pouco de autossenso crítico para suas escolhas, mas as variáveis são tantas que com certeza aberrações continuariam a aparecer, melhor não querer mudá-las.

Seria quase como um aparelho que pode brilhar ou explodir. Podem virar criaturas incontroláveis (já o são, não?) e o que nos leva ao mesmo ponto e, chegamos o problema de não querer mudá-las, o ciclo parece-me inquebrável.

Então, o tempo delas é necessário e a auto mudança é o que posso desejar a você e a mim. Não que alguém o faça.

Não, definitivamente não quero mudar as pessoas, queria eu ser tão otimista a ponto de me arriscar tanto, mas não, imprevisível demasiadamente.

Então interiorizei: quero me mudar!

Opa, pera lá. Isso na segunda leitura soa muito estranho. Vamos deixar claro, não estou falando de mudança física de cidade, pais ou estado, de grupo ou talvez esteja. Xi. Complicou. Continuemos.

Sou mutável. Aprendo, ouço e escuto, leio e vejo, mudo a cada instante, cada célula, cada pensamento e cada ideia que se forma na minha cabeça, não estou mudando agora tentando entender o que eu quero?

Mudo a cada segundo. Isso já acontece, eu já me transformo a cada instante, inclusive de opinião. Não. A Resposta não é essa.

Nesse raciocínio, pensei em paixão, ah, a paixão. Aí me lembro de um livro, do Mario Sergio Cortella que dizimou o meu entendimento de paixão, na verdade a paixão não é boa. E o que eu quero é bom, eu sinto. Mas a paixão, tão gostosa...

Não era mais possível dizer a mim: quero me apaixonar. O conhecimento. Triste. Frio.

Fui, teimoso, até o dicionário procurar o significado da palavra com esperanças de ser isso: Quero paixão, quero, preciso, ah! Me dê paixão! (os grifos do texto abaixo são meus, ok?)

paixão: substantivo feminino ( sXIII) – 1. O sofrimento de Jesus Cristo na cruz. 2. o segmento do Evangelho que trata do martírio de Cristo; esse martírio, e o dos santos. 3. Peça teatral cantada, ou oratória sobre o tema da Paixão. 4. Grande sofrimento; martírio. 5. Gosto ou amor intensos a ponto de ofuscar a razão; grande entusiasmo por alguma coisa (!); atividade, hábito ou vício dominador. 6. A coisa, o objeto da paixão ou da predileção. 7. Furor incontrolável; exaltação, cólera. 8. Ânimo favorável ou contrário a alguma coisa e que supera os limites da razão; fanatismo. 9. Sensibilidade, entusiasmo que um artista transmite através da obra; calor, emoção, vida. 10. No kantismo, inclinação emocional violenta, capaz de dominar completamente a conduta humana e afastá-la da desejável capacidade de autonomia e escolha racional por oposição a ação ('atividade livre'). 11. No nietzschianismo, estado em que determinado afeto organiza e orienta toda a difusa emotividade humana em uma disposição plena de saúde e vigor 12. Lógica da categoria aristotélica que indica a passividade, a inatividade perante uma ação alheia por oposição a ação. Etimologia: lat.tar. passĭo,ōnis 'paixão, passividade; sofrimento', pelo vulg.; ver 2pass-; f.hist. sXIII paixon, sXIII paxon, sXIV payxõ, sXIV payxõoes, sXV paixão, sXV passiom, sXV paxam 'martírio', sXV paixões, sXV passõoes 'sentimento'. Sinônímia e Variantes: ver sinonímia de mania e martírio e antonímia de desleixo e indiferença

O desejo dessa paixão realmente me pareceu um vício agora. Quero! Preciso! Desejo! Não.

Os otimistas dirão: mas há um ou outro significado bom ali no meio, você mesmo exclamou! Mas perceba o contexto como em um todo.

Ruim, muito ruim. Não gostaria de perder a lógica, a razão, deixar de ver, de tentar entender.

Não quero sofrer mais do que sofro pensando que esse vazio pode ser exponenciado pela paixão, vazia? Já pensou? Paixão vazia. Soa tão moderno e atual.

Então o que eu quero?

Liberdade. Muito complexo. Vivemos numa sociedade onde nossa liberdade é cerceada a cada instante. Internamente, dentro desse complexo sou livre, mas como é possível ser livre dentro de um ambiente sem liberdade; internamente?

Arcando com as consequências.

Então sou livre na medida do possível. Mas se há uma medida não é liberdade... viu.. complexo... acho que tenho a liberdade de que preciso.

Evoluir. Essa minha busca é uma evolução. Feito.

Definitivamente não sei, ainda estou pensando. Burilando a ideia. Realmente muitas dúvidas travam. O problema é que, em tudo que leio deste texto, não há dúvidas, só não há visão.

O que eu quero? Difícil, muito difícil responder.

11 novembro, 2013

Why Men Should Always Carry Chocolate!

Preciso deixar guardada essa propaganda...

http://www.youtube.com/v/P7tqvwy7uTU?version=3&autohide=1&autoplay=1&showinfo=1&attribution_tag=75Do6qht4F4bWyGAczHZIA&autohide=1&feature=share

04 outubro, 2013

Responsividade e Responsabilidade






Oi, escreverei um pouco de um termo que tenho ouvido recorrentemente: responsividade, ou como diz o mundo dos jargões: “um site responsivo/responsive”.

Um dia ainda posto o meu: esqueça os jargões e concentre-se no objetivo, mas como depois de velho resolvi me resguardar de stressis, melhor só tentar encaminhar as coisas para um futuro melhor...  Primeira coisa, responsividade, sabe do que se trata? 

Então, Responsividade:

na psicologia, refere-se a atitudes compreensivas que visam, através do apoio emocional e da bi-direcionalidade na comunicação, favorecer o desenvolvimento da autonomia e da auto-afirmação.

para a OMS envolve respeitar as necessidades do consumidor e orientar o serviço para melhor atendê-lo.

na ciência política, responsividade diz respeito a quanto as ações governamentais atendem às expectativas e demandas da população.


Na WEB: essa imagem vale a contextualização:




Sacou já? Não? Ó:



A pergunta que não quer calar é: 

Como é possível fazer “um site” para se encaixar em tudo isso ae?
E sabe o que mais me preocupa na questão acima, ou qual o erro? O “um”. 

Pois é... a mágica tem que acontecer para tudo parecer um, mas como tudo que existe na Internet, alguns alguéns precisam pensar, escrever, desenhar o que o computador ou o site fará. De modo que não será UM site, mas quantos grides você definirá para que ele responda adequadamente sem quebrar ou frustrar a pessoa que está no site.

Opa, o que é gride? É colocar dentro de um quebra cabeça com margens o que será exibido e por qual motivo razão e circunstância.

E tem mais: seu público precisa disso? 

Se o seu site é todo em FLASH (tá apelei) você não vai pensar responsivo. 

Se o seu site não funciona em MULTIPLATAFORMA, por que você vai adicionar mais variáveis para pensar... 

Se o seu site não tem conteúdo, visitantes ou objetivo... pra que todo o trabalhão, para ficar na moda dos jargões e dizer: sim eu tenho um iphone.. ops.. um site responsivo.

Como assim?
Ó:

Se o seu site é flash, refaça o site, não vou explicar... K Recuso-me, pois eu acredito que o seu objetivo é layout, animação e não o usuário... 

O que é um site multiplataforma?

Ó²:
Desktop
Notebook
Tablet
SmartPhone
Outros (Video Games, TV...)
Windows
MacOs
Linux..
IOS
Android
Ios
Android
Outros
Xbox S.O.
TV
S.O
Playstation
S.O
Internet Explorer
Firefox
Chrome
Safari
Opera
Outros
Safari
Opera mini
Opera Mini
Chorme
Outro..






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S.O = sistema operacional

Repara ali: de hardware estamos falando de desktop, notebook, Tablet, SmarthPhones e Outros Meios...
De sistemas operacionais, estamos falando de Windows, Macs, etc...
De navegadores: estamos falando o Internet Explorer (IE), Firefox (FF)..
Quando falamos multiplataforma, na gíria dos velhos da web de 2010... era fazer tudo isso funcionar nos N navegadores e N versões desses navegadores... Lembra da discussão de que seu site só funciona no Internet Explorer 6???

Pois é.. se você não fizer a lição de casa da escadinha de que seu site funcione em várias versões de vários navegadores primeiro, você tem mesmo certeza que quer se preocupar com Sistemas operacionais e tamanhos de tela? OK.. depois não fale que sou eu o sádico/masoquista... 

Ah.. e porque falei do conteúdo, visitante e objetivo? Simples... o que seu site faz e quem o visita.. depois, o que você provê para essa pessoa e depois, ele tá mesmo usando varias plataformas ou sua mãe só acessa do 486 dela que tem a resolução de tela em 640x460 pixels?

Sorry baby.. entendeu o motivo de ter um objetivo e parar de pensar em moda e por quá motivo leva-se tempo, dinheiro e paciência?

Comece lendo um gibi em português antes de tentar ler Dostoiévski em russo... facilita a vida de todo mundo e não causa tanta ulcera... ;-)

Ah, mas Raul, quer dizer que você é contra um site responsivo?

Não, claro que não. Um site tem que responder primeiro aquele que é o seu objetivo e quanto mais consistente ele for melhor! 

Mas lembre-se, mais coisas, mais código, mais peso... seu usuário e seu conteúdo é que são importantes... não o site e você, o site e você são ferramentas!

Aliás, sou quase sou favorável à ideia do mobile fisrt devido à mudança de conceito e do publico da web, QUASE, acredito que em nossa região (São Paulo) muita gente já sabe mexer no seu smartphone e tablete, mas existe um bom caminho,  de alguns anos diria eu, para uma convergência entre o ter e o utilizar.
E será que nesse meio tempo outra moda não surge? Quem sabe um site irresponsável que não tenha cores e funcione em ASCII? 

Não sei, não prevejo o futuro da web que urge!  

Não sabe o que é ascII? Vai no youtube e faz uma busca por: "/ pôneis" (inclua a barra e remova as aspas).

Não acredito, preciso de números!!! Tó: Estatísticas sobre o mundo mobile:
o seu Google Analytics! ;-)

Ah! Gostei! Gostou do assunto, quer mais? Vê aqui.

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