17 abril, 2014

Coisas que deveria saber?

Hoje pesquisando um termo quase comum notei um buraco nos meus conhecimentos úteis após perceber que não sabia o que vinha depois de nonagenário; fui, então, pesquisar... Quase, descobri que depois do centanário usa-se a idade, pelo menos não achei nada diferente. Aos vinte e aos dez como seria? Ao completar 150 seria como?

Alguém tem a lista completa?

Trintenário - que completou 30 anos
Quadragenário - que completou 40 anos
Quinquagenário - que completou 50 anos
Sexagenário - que completou 60 anos
Septuagenário - que completou 70 anos
Octogenário - que completou 80 anos
Nonagenário - que completou 90 anos
Centenário - que completou 100 anos

19 fevereiro, 2014

Princípios éticos, morais e objetivos: o desafio de uma época

 

O título deste post é pomposo, mas é exatamente do que quero tratar.

Começo com uma pergunta: se você está no meio da multidão agitada e seu objetivo é claro, sua moral é condizente com uma realidade onde seu princípio ético é apropriado para evolução do que eles te servem?

Você será empurrado, você será afogado, você sucumbirá a grande voz ou à força. Muitos dirão: você deve lutar! Mas meu senso de preservação me diz: não quero ser um mártir, e pior, o mártir só vira mártir se estiver à frente de uma causa onde a multidão, ou parte dela, suficientemente poderosa poderá fazer diferença, ai, talvez valha a pena morrer pelo seu principio. Trágico não?

Vamos facilitar a visão do que estou dizendo com o fato que gerou a ideia deste post. Estou atualmente desempregado, quase por opção, pois estou tentando aproveitar um pouco o meu tempo em busca do meu objetivo, mas é outra história, enfim... costumo relutar em aceitar resultados de pesquisas encomendadas. Ainda não é a raiz...

Vivemos em uma sociedade onde é necessário sobreviver. O custo de vida é alto, temos bocas para alimentar (mesmo que seja a nossa), temos que pagar nossas contas de serviços: energia para escrever este post, comprar o computador, ter o local para escrever. Já fazemos parte do sistema que temos que ter o suficiente para manter um padrão onde possamos nos enquadrar como parte de um grupo conciso, nem que ele seja mediano.

Esta realidade se aplica a você e a mim. Todos temos problemas, família, objetos de desejo. Agora pensemos numa cadeia hierárquica de consumo numa pesquisa: como empresa, contrato outra empresa, para prestar serviço de pesquisa. Ou seja: minha empresa quer faturar, meu superior imediato pede resultado, você tem que saber mais sobre o produto, onde o objetivo é ganhar, e nesse caso já temos dependência do dono da empresa, do meu chefe, minha, do dono da empresa de pesquisa, do chefe do cara de pesquisa e finalmente do entrevistador. Meio rápido, mas a hierarquia de todos é baseada na necessidade de bocas para alimentar. Preciso do meu emprego, ou engulo sapo, ou atendo meu chefe, ou sigo meu principio ético e passo fome pois sou demitido por ir contra a ideia geral. Novamente, estou indo de ponto a ponto rapidamente para ilustrar a ideia.

Desse modo, a empresa de pesquisa contrata um trabalhador mais desesperado e menos preparado para ficar em pé, na rua, faça chuva ou faça sol, para preencher questionários que comecei a escrever num escritório com ar condicionado e café a vontade, mas com a cobrança de resultado.

A folha circula, até que, um dia, caminhando na rua, sou parado pelo entrevistador: você pode responder uma pesquisa? Claro! E começo a responder. O entrevistador anota meus dados: nome, telefone, tudo certinho, e começa a perguntar: resposta um, dois , três.. e ele começa a preencher de acordo com outras respostas que não as minhas.

Vou brigar com ele! Ele chama o chefe, que chama o chefe, que chama o cliente que sou eu, que pedi o prazo para ontem! Mas eu estava na rua! Pera, para tudo... o ciclo começa com problema no principio da necessidade – quero mas para ontem! Meus prazos não esperam, pois fui treinado para cobrar que você entregue rápido! Mas a cultura deu-se por razões que o funcionário que não for cobrado, não entrega a tempo, pois irá falar de futebol e está preocupado com os filhos! Então, onde está o problema?

No principio ético, moral e objetivos de cada um. Analise seu objetivo, tenha em mente que uma alteração sua pode influenciar toda a cadeia, e isso vale para você que está em qualquer uma das pontas! Todos temos prazos, mas as pequenas morais: não mentir, não omitir, não atingir é possível. Há momentos que o prazo não será entregue! Não existe exceção para sempre cumprir-se tudo a mais perfeita ordem. Tudo teria que ser perfeito demais... e nós, seres humanos não somos...

Cansei de escrever...

18 fevereiro, 2014

Inspiração.

Um campo aberto, grama verde amarelada ao amanhecer no pós inverno. Algumas pedras, cinzas mantinham a sombra necessária para pequenos cogumelos, mas era só. Nenhuma árvore no horizonte próximo, apenas pequenos arbustos. Seria um pasto, se a pessoa mais próxima não estivesse tão longe, bem como qualquer animal possivel para pastar por ali. 
Uma manhã como outras tantas. Gotículas de orvalho irradiavam um brilho tácito no canto do olho. O cheiro de terra molhada produziria aquele efeito calmante que nos obriga a respirar fundo.
O céu, de um azul tranquilo, com quase nenhuma núvem além daquelas no fim do horizonte.
Alguns passaros distantes, voando tão alto que não são definíveis. Alguns zumbidos apressados: abelhas, mosquitos... Inspiração. 

Inspiração.

- Deus do céu! Parem com o barulho, tem alguem querendo meditar!

08 fevereiro, 2014

Porra e-commerce (e-mail marketing Sonda)

Ja faz um tempo que comecei a pentelhar (publicando online) quando uma peça de email marketing tem uma gafe ou algumas coisas que provam minha teoria de que para muitos "momentos" não precisa ser bom ou bem feito, o importante é cumprir o prazo já que ninguem liga pra essas coisas pois "vamos disparar" temos que vender!

Enfim... Não quero entrar na discussão do que é certo ou errado nesse método, mas resolvi trazer o #porraecommerce do twitter pro blog pra não perder os posts...

E o "vencedor" de hoje é:

Sonda Delivery

1) se a modelo segura uma pêra, pq não tem preço na pêra? A cor da pêra sobre o fundo arenoso tá ótimo #sqn. A modelo olhando pra cima e pro nada, e nada... Nada né.

2) proporção: quero a perola daque concha, o tamanho é o ante braço... Enfim.. Péra, pq raios tem uma concha e areia de praia num delivery de supermercado? Ah! Verão é o tema da campanha... Estranho, que não tem 1 produto que se usa só no verão na peça toda...

3) Ponto positivo: aboliram o R$ da peça... Show!

4) pra que mesmo tem essa modelo ai? Ah! "Humanizar a peça!" :-/ só tem um detalhe: caberia outra oferta ali... Será que venderia mais ou menos? Teste! :P mas a modelo é inutil numa area ótima de impacto.

E por último:

5) quero acreditar que o alerta caiu por eu ter visto a peça no meu ipad... Mas aprecie com moderação, eu só acho que é da cerveja duas ofertas atrás, mas apreciarei com moderacao o veja e o shampoo... É importante economizar agua no verão... Mas serio, prova outra teoria, esse alerta só tá ali pq alguém "obrigou" e nao serve pra porra nenhuma.



17 janeiro, 2014

O que eu quero e a queda da paixão…

(revista pela terceira vez pós publicação para corrigir alguns erros…)

Perguntaram-me o que eu quero.

Resposta difícil essa, muito difícil.

Pensei em dizer: mudar o mundo.

Mas não o mundo muda à sua velocidade e este grão de gente tem uma pequena e mísera contribuição para isso.

Para mudar o mundo seria preciso genialidade, sorte, força, presença e esse algo que busco e não sei o que é. E pensando um pouco mais, nos dias de hoje: muito marketing pessoal, poder, abnegação e martírio.

Definitivamente não cheguei ao status de divindade para sofrer por essa mudança. Olhando fundo, não sou tão altruísta. Gosto do meu circulo e espaço, mesmo que seja dentro da minha cabeça um tanto confusa.

Pensei mais um pouco e a resposta surgiu: mudar as pessoas!

Mas as pessoas são diferentes e mutáveis.

Tantas se transformaram com o tempo; para pior e para melhor. Foram tantas que conheci, que conheço e desconheço.  Nem mesmo elas se conhecem, como mudar o desconhecido?

Tantas me decepcionaram e tantas outras me surpreendem positiva e diariamente.

Surgem e se vão.

Não, não quero mudar as pessoas, queria no máximo dar um pouco de autossenso crítico para suas escolhas, mas as variáveis são tantas que com certeza aberrações continuariam a aparecer, melhor não querer mudá-las.

Seria quase como um aparelho que pode brilhar ou explodir. Podem virar criaturas incontroláveis (já o são, não?) e o que nos leva ao mesmo ponto e, chegamos o problema de não querer mudá-las, o ciclo parece-me inquebrável.

Então, o tempo delas é necessário e a auto mudança é o que posso desejar a você e a mim. Não que alguém o faça.

Não, definitivamente não quero mudar as pessoas, queria eu ser tão otimista a ponto de me arriscar tanto, mas não, imprevisível demasiadamente.

Então interiorizei: quero me mudar!

Opa, pera lá. Isso na segunda leitura soa muito estranho. Vamos deixar claro, não estou falando de mudança física de cidade, pais ou estado, de grupo ou talvez esteja. Xi. Complicou. Continuemos.

Sou mutável. Aprendo, ouço e escuto, leio e vejo, mudo a cada instante, cada célula, cada pensamento e cada ideia que se forma na minha cabeça, não estou mudando agora tentando entender o que eu quero?

Mudo a cada segundo. Isso já acontece, eu já me transformo a cada instante, inclusive de opinião. Não. A Resposta não é essa.

Nesse raciocínio, pensei em paixão, ah, a paixão. Aí me lembro de um livro, do Mario Sergio Cortella que dizimou o meu entendimento de paixão, na verdade a paixão não é boa. E o que eu quero é bom, eu sinto. Mas a paixão, tão gostosa...

Não era mais possível dizer a mim: quero me apaixonar. O conhecimento. Triste. Frio.

Fui, teimoso, até o dicionário procurar o significado da palavra com esperanças de ser isso: Quero paixão, quero, preciso, ah! Me dê paixão! (os grifos do texto abaixo são meus, ok?)

paixão: substantivo feminino ( sXIII) – 1. O sofrimento de Jesus Cristo na cruz. 2. o segmento do Evangelho que trata do martírio de Cristo; esse martírio, e o dos santos. 3. Peça teatral cantada, ou oratória sobre o tema da Paixão. 4. Grande sofrimento; martírio. 5. Gosto ou amor intensos a ponto de ofuscar a razão; grande entusiasmo por alguma coisa (!); atividade, hábito ou vício dominador. 6. A coisa, o objeto da paixão ou da predileção. 7. Furor incontrolável; exaltação, cólera. 8. Ânimo favorável ou contrário a alguma coisa e que supera os limites da razão; fanatismo. 9. Sensibilidade, entusiasmo que um artista transmite através da obra; calor, emoção, vida. 10. No kantismo, inclinação emocional violenta, capaz de dominar completamente a conduta humana e afastá-la da desejável capacidade de autonomia e escolha racional por oposição a ação ('atividade livre'). 11. No nietzschianismo, estado em que determinado afeto organiza e orienta toda a difusa emotividade humana em uma disposição plena de saúde e vigor 12. Lógica da categoria aristotélica que indica a passividade, a inatividade perante uma ação alheia por oposição a ação. Etimologia: lat.tar. passĭo,ōnis 'paixão, passividade; sofrimento', pelo vulg.; ver 2pass-; f.hist. sXIII paixon, sXIII paxon, sXIV payxõ, sXIV payxõoes, sXV paixão, sXV passiom, sXV paxam 'martírio', sXV paixões, sXV passõoes 'sentimento'. Sinônímia e Variantes: ver sinonímia de mania e martírio e antonímia de desleixo e indiferença

O desejo dessa paixão realmente me pareceu um vício agora. Quero! Preciso! Desejo! Não.

Os otimistas dirão: mas há um ou outro significado bom ali no meio, você mesmo exclamou! Mas perceba o contexto como em um todo.

Ruim, muito ruim. Não gostaria de perder a lógica, a razão, deixar de ver, de tentar entender.

Não quero sofrer mais do que sofro pensando que esse vazio pode ser exponenciado pela paixão, vazia? Já pensou? Paixão vazia. Soa tão moderno e atual.

Então o que eu quero?

Liberdade. Muito complexo. Vivemos numa sociedade onde nossa liberdade é cerceada a cada instante. Internamente, dentro desse complexo sou livre, mas como é possível ser livre dentro de um ambiente sem liberdade; internamente?

Arcando com as consequências.

Então sou livre na medida do possível. Mas se há uma medida não é liberdade... viu.. complexo... acho que tenho a liberdade de que preciso.

Evoluir. Essa minha busca é uma evolução. Feito.

Definitivamente não sei, ainda estou pensando. Burilando a ideia. Realmente muitas dúvidas travam. O problema é que, em tudo que leio deste texto, não há dúvidas, só não há visão.

O que eu quero? Difícil, muito difícil responder.

11 novembro, 2013

Why Men Should Always Carry Chocolate!

Preciso deixar guardada essa propaganda...

http://www.youtube.com/v/P7tqvwy7uTU?version=3&autohide=1&autoplay=1&showinfo=1&attribution_tag=75Do6qht4F4bWyGAczHZIA&autohide=1&feature=share

04 outubro, 2013

Responsividade e Responsabilidade






Oi, escreverei um pouco de um termo que tenho ouvido recorrentemente: responsividade, ou como diz o mundo dos jargões: “um site responsivo/responsive”.

Um dia ainda posto o meu: esqueça os jargões e concentre-se no objetivo, mas como depois de velho resolvi me resguardar de stressis, melhor só tentar encaminhar as coisas para um futuro melhor...  Primeira coisa, responsividade, sabe do que se trata? 

Então, Responsividade:

na psicologia, refere-se a atitudes compreensivas que visam, através do apoio emocional e da bi-direcionalidade na comunicação, favorecer o desenvolvimento da autonomia e da auto-afirmação.

para a OMS envolve respeitar as necessidades do consumidor e orientar o serviço para melhor atendê-lo.

na ciência política, responsividade diz respeito a quanto as ações governamentais atendem às expectativas e demandas da população.


Na WEB: essa imagem vale a contextualização:




Sacou já? Não? Ó:



A pergunta que não quer calar é: 

Como é possível fazer “um site” para se encaixar em tudo isso ae?
E sabe o que mais me preocupa na questão acima, ou qual o erro? O “um”. 

Pois é... a mágica tem que acontecer para tudo parecer um, mas como tudo que existe na Internet, alguns alguéns precisam pensar, escrever, desenhar o que o computador ou o site fará. De modo que não será UM site, mas quantos grides você definirá para que ele responda adequadamente sem quebrar ou frustrar a pessoa que está no site.

Opa, o que é gride? É colocar dentro de um quebra cabeça com margens o que será exibido e por qual motivo razão e circunstância.

E tem mais: seu público precisa disso? 

Se o seu site é todo em FLASH (tá apelei) você não vai pensar responsivo. 

Se o seu site não funciona em MULTIPLATAFORMA, por que você vai adicionar mais variáveis para pensar... 

Se o seu site não tem conteúdo, visitantes ou objetivo... pra que todo o trabalhão, para ficar na moda dos jargões e dizer: sim eu tenho um iphone.. ops.. um site responsivo.

Como assim?
Ó:

Se o seu site é flash, refaça o site, não vou explicar... K Recuso-me, pois eu acredito que o seu objetivo é layout, animação e não o usuário... 

O que é um site multiplataforma?

Ó²:
Desktop
Notebook
Tablet
SmartPhone
Outros (Video Games, TV...)
Windows
MacOs
Linux..
IOS
Android
Ios
Android
Outros
Xbox S.O.
TV
S.O
Playstation
S.O
Internet Explorer
Firefox
Chrome
Safari
Opera
Outros
Safari
Opera mini
Opera Mini
Chorme
Outro..






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S.O = sistema operacional

Repara ali: de hardware estamos falando de desktop, notebook, Tablet, SmarthPhones e Outros Meios...
De sistemas operacionais, estamos falando de Windows, Macs, etc...
De navegadores: estamos falando o Internet Explorer (IE), Firefox (FF)..
Quando falamos multiplataforma, na gíria dos velhos da web de 2010... era fazer tudo isso funcionar nos N navegadores e N versões desses navegadores... Lembra da discussão de que seu site só funciona no Internet Explorer 6???

Pois é.. se você não fizer a lição de casa da escadinha de que seu site funcione em várias versões de vários navegadores primeiro, você tem mesmo certeza que quer se preocupar com Sistemas operacionais e tamanhos de tela? OK.. depois não fale que sou eu o sádico/masoquista... 

Ah.. e porque falei do conteúdo, visitante e objetivo? Simples... o que seu site faz e quem o visita.. depois, o que você provê para essa pessoa e depois, ele tá mesmo usando varias plataformas ou sua mãe só acessa do 486 dela que tem a resolução de tela em 640x460 pixels?

Sorry baby.. entendeu o motivo de ter um objetivo e parar de pensar em moda e por quá motivo leva-se tempo, dinheiro e paciência?

Comece lendo um gibi em português antes de tentar ler Dostoiévski em russo... facilita a vida de todo mundo e não causa tanta ulcera... ;-)

Ah, mas Raul, quer dizer que você é contra um site responsivo?

Não, claro que não. Um site tem que responder primeiro aquele que é o seu objetivo e quanto mais consistente ele for melhor! 

Mas lembre-se, mais coisas, mais código, mais peso... seu usuário e seu conteúdo é que são importantes... não o site e você, o site e você são ferramentas!

Aliás, sou quase sou favorável à ideia do mobile fisrt devido à mudança de conceito e do publico da web, QUASE, acredito que em nossa região (São Paulo) muita gente já sabe mexer no seu smartphone e tablete, mas existe um bom caminho,  de alguns anos diria eu, para uma convergência entre o ter e o utilizar.
E será que nesse meio tempo outra moda não surge? Quem sabe um site irresponsável que não tenha cores e funcione em ASCII? 

Não sei, não prevejo o futuro da web que urge!  

Não sabe o que é ascII? Vai no youtube e faz uma busca por: "/ pôneis" (inclua a barra e remova as aspas).

Não acredito, preciso de números!!! Tó: Estatísticas sobre o mundo mobile:
o seu Google Analytics! ;-)

Ah! Gostei! Gostou do assunto, quer mais? Vê aqui.

13 setembro, 2013

26 coisas para pensar antes de desenvolver ou fazer ou penser em ter um website...


Original: http://www.downgraf.com/inspiration/note-before-you-develop-a-website/
Pin:  http://www.pinterest.com/pin/4222193374270814/ 

Meus comentários:


1 – domínio: pense sempre na URL/URI do site.  Alguns pontos:
www não é domínio.
Domínio é o que está entre os pontinhos: .nomedosite.  pois o restante variará de acordo com a necessidade do momento: .com é comercial .br é o país.
O www é onde/o que está ali: pode ser webmail. ftp. telnet. smtp. E por ai vai...  
Lembre-se que é o batismo inclusive do seu e-mail @nomedosite depende do domínio que você escolher.
Ah! Há outras dicas de domínio que escreverei noutra oportunidade, mas uma boa estrutura de domínio facilita que seu site seja encontrado com mais facilidade.

2 – Host: deixe isso com o profissional de web (ao menos os de verdade): ele se preocupará com espaço, sistemas (inclusive o operacional do servidor), etc. ~:-P
Mas cobre-o. Você não precisa necessariamente pagar por muito espaço se armazenar somente html puro... :-P Quando mais “automático” ou quanto mais coisas seu site fizer sozinho, alguém terá que fazê-lo antes e o crescimento de requisitos é maior...

3- Tecnologia: É importante por na mesa para decidir qual o caminho seguir. Pois todas têm coisas boas e ruins. Todas têm que validar, por exemplo, a quantidade de profissionais disponíveis no mercado para conseguir suportar a tecnologia. Também o custo de integração entre um ambiente e outro.. eles conseguem se conversar facilmente? Outra coisa importante é importante? Ouvir falar em html 5, será que é necessário para colocar num texto? Avalie sempre!

4- Você sabe mesmo o que você quer?

5- Nesse, o cara do infográfico errou feio! Teria que ser o 10 ou o 11.. ou ainda mais pela frente. Nunca esquecer, uma sequencia que evita ulceras é: rabisco, wire, mockup, layout, layout detalhadíssimo e site (alguém discorda? Me manda mensagem...)
Cor e layout deixa com o design!!! Oriente-o que ele vai fazer bonito, mas precisa orientar de verdade, não vale falar “faz ai igual ao Google!” :P

6 – *MAPA DO SITE*: como amo quem se lembra dele! Você consegue ir e voltar, sabe o que realmente há no site em surpresas do tipo: q !@#$ é essa que não deveria existir! Consegue direcionar certinho cada link pois sabe que o usuário navegará item a item... não faça guerra, faça o mapa do site! ;-) e depois o rabisco e depois o wire.. ah.. já escrevi.

7 – Conteúdo: pra que colocar um site no ar se você não tiver o conteúdo para o site eis a questão! E para que por um conteúdo se ninguém vai entender do que você está falando... será que você lê tudo profundamente o que está na web? Infelizmente temos que pensar que a maioria da informação lida é superficial, depois que você aprofunda se o seu target estiver correto.

8 – Audiência: quem é o seu público? O que eu quero atingir? Qual é o meu objetivo. TUDO não é objetivo. SE o seu foco é seguiremos para A, se o foco é B, seguiremos para B... Se você não sabe qual é a sua audiência é um grande, mas um grande problema mesmo e ainda mais.. se sua audiência é muito grande você perde o foco, então não queira detalhes  para massa. Tudo é Nada. O objetivo é qual e para quem?

9 – Publicidade: menos é mais. Você tem pouco controle. Muita coisa piscando tira a atenção. Muita coisa chamando para a ação. Tira a atenção. Mas não relegue publicidade ao esquecimento ela é que gerará trafego para seu site, mas tem que ser bem feita porque existe muitaaaaaa concorrência.

10 – Popup: esqueça que ele existe por favor... *rs Brincadeira, mas pense que: popup é invasivo, vc está pregando um susto na pessoa. Existe um motivo para vc pular e gritar: oi  to aqui...

11 – Mais rápido mais feio. Menos consistente, menos profissional. Você pode ir num buteco pedir caviar e ser servido... confia? Nesse caso, a aparência importa pois seu cliente terá que ficar ali e encontrar a informação desejada. Muito é poluído. Muito pouco é escasso. Profissional e bonito requer dedicação. ;-)

12- Botão:  “Call to action” ou chamar para ação. Ele é o destaque. É onde haverá interação com seu usuário. Pense nele como uma porta. Você quer que a pessoa vá até ela? A pessoa precisa ir até ela? Enfim, ele é importante. Deixamos de usar o “clique aqui” desde os idos de 2000 quando o Google resolveu falar em SEO (search engine optimization), então o botão tem que ter família, estilo, sequencia, uniformidade, dinâmica... botão grita, link cochicha. E voltamos ao qual o seu objetivo?

13 – ignore, deixe para o design.

14 – foco. Lembre-se dos créditos. Deixe com o design. Ele estudou para escolher a que se adequa melhor se explicar direitinho para que você quer...

15 – *Facilidade de navegação*: você não curte quando você está num site e as coisas são rápidas e fáceis? Por que complicar? Dê e receberá. “Não me faça pensar”. Nós somos pagos para pensar pelo nosso usuário. Ele tem que navegar por águas/paginas calmas... muita opção confunde. Olha esse texto que péssima navegação. Você só chegará até esta linha se realmente quiser ler o conteúdo...

16 – Que tal parar de olhar o vizinho e pensar: como melhorar e fazer meu site ser único: funcional, confiável, usável, conveniente, agradável e EU AMO navegar nele?

17 – Quanto mais coisas mais atualizações. De novo, foco. Estamos na era da informação e ela é perene. Cuidado que o que você enviar pode ficar desatualizado rapidamente... então, não duplique... não encha linguiça.

18 – Otimize: lembre-se de que trabalhamos com grandezas (peso, trafego, qualidade, velocidade...) o que robôs e aranhas da teia leem ignoram varias coisas e precisamos dela. Organizado, direcionado. Melhorado, sempre!

19 – Cross Browser e Cross Plataforma – Você precisa lembrar disso!
Você usa o “IE” (Internet Explorer) ou dá a dica para seu time de web: faz só para funcionar no IE... (tem sistemas assim) mas enfim: qual versão? Você sabia que tem IE no Xbox (vídeo game) e ele trabalha diferente do IE da sua maquina? Ah! Usemos o chrome, ele funciona no chrome de smartphone? Você sabia que mundialmente estamos assim:



Sim, isso é importante para a vida e saúde do seu time Web.

20 – Resolução de Tela: trabalhamos na web com pixels, não com centímetros, sempre bom reforçar... e a pluralidade de resoluções é imensa e de telas também (é diferente – uma tela pode ter várias resoluções). Então temos muitas telas e muitas resoluções. Ah! Vamos fazer para todas elas!!! Responsivo na veia! Sorry, minha opinião: não.  Motivo: foco. Lembra do objetivo? Lembra do Público? Lembra da Otimização? Quanto mais responsivo: mais código, mais grades de posicionamento (grides), mais tempo de desenvolvimento...

21 – Social Media: apenas lembre-se que ela existe é um tópico a parte e é onde as pessoas acabam ficando: “social”. Mas nem tudo que reluz é ouro. Você não precisa estar em todos lugares, mas tem que saber os lugares que você não quer ir...

22 – Tipografia: Seu designer deve pensar nisso. A principal forma de comunicação na web é a leitura. Uma boa fonte ajuda muito... nesta aqui você sabe me dizer “qual é o l ou o I?” (qual é o éle ou o ih)?

23 – Registrar-se é chato. Entediante. São MEUS DADOS. Minha privacidade. Recebo toneladas de e-mails diariamente. Qual o motivo que me levaria a perder meu precioso tempo registrando-me no seu site? E outra coisa, por que? Por quê? Complicar uma coisa que já é chato ou estendê-la? Masoquismo ou sadismo?

24 – Depois de todo esse trabalhão você quer saber o que aconteceu né? Medidas? Peso? Kpi. Mas comece pelo básico. Na web você pode MEDIR TUDO. Mas de novo, foco.. para que medir tudo se você não vai otimizar nada por que está afogado na quantidade absurda de conteúdo, imagem, etc.. foco. Meça o que pretende mudar/melhorar.

25 – Não sei se todos já ouviram falar de um cara chamado Maslow... ele foi conhecido pela proposta da hierarquia de necessidades. Googla ai. Mas basicamente os mais básicos são: Fisiologia e depois Segurança! Você tem muito a perder na web.. então o seu website *precisa ser seguro*, *ter aparência de seguro* e indicar de que forma e por que você é seguro.. a pessoa que navega nele não pode adivinhar...

26 – As pessoas já acostumaram que algumas informações estão no rodapé. Então não adianta só jogar tudo lá como a sua gaveta de “outros”. Organize-o.


E chega que este ficou realmente grande...

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