23 agosto, 2015

10/11 dicas de como transformar seu texto

No projeto de voluntariado da ONG Velho Amigo com o apoio da ONG História Viva transformamos as histórias contadas pelos idosos em textos para crianças. Tentamos, por vezes, trazer ao idoso um sentimento de alegria em memoração as coisas boas ou engraçadas da sua vida. Nem sempre é possível, mas ai o ouvidor transformador precisa pegar a melhor parte e trazê-la para superfície. 
Ter em mente que o objetivo é ouvir, transformar, contar.

Algumas vezes, seremos somente a válvula de escape para aquele momento dificil, para aquela crise de ansiedade ou saudade.  Porém é imprescindível ñ esquecer o simples: o ouvidor ouve (escuta, presta atenção) e se puder ajuda na transformação ali mesmo. 

E, em dia ruim, uma música ou uma recordação boa pode trazer risos, pode mudar o clima.
E é esse sentimento que queremos passar, ao menos, penso que seja assim. Dou meu tempo, meu ouvido e meu filtro mágico transformador de atenção e "prestençãoow" para esse fim (ouvir e transformar). Se puder sorrir, esse sim é o melhor compartilhamento.

Até porque, quem ouvirá a história costuma ser exigente e história chata, sem chances de sobreviver.

Muito do trabalho que fiz escrevendo textos fantásticos no Tinta Rubra que fundamos há 15 anos, (quem não sabe  o que é dê um google) ajuda a trabalhar melhor esse processo de transformação (escrever é um exercício constante) e, embora as propostas sejam diferentes, e claro, escrever para um público que varia de 3 a 13 e 70 a 90 não seja uma das tarefas das mais fáceis, algumas dicas são importantes e fundamentais.

Antes continuar: - são dicas pessoais que tento aplicar, que quero compartilhar. Cada um é livre para ler ou ignorar se for o caso ;) não sou o mestre dos magos com a fórmula mágica, leia se quiser e adapte por sua conta e risco.

Vamos lá:

1) faça orações/frases curtas. 
Concorremos com a atenção ou a falta dela. Um rebuscamento textual só prejudicará a compreensão. Escreva linhas para um único sentimento, mais sentimentos esbarram em outros sentimentos e a atenção já era, conseguiu entender nesta frase mais longa diante das outras mais curtas que usei antes? Qual seu foco no começo e agora que tem um monte de enchimento de linguiça? Viu? Conte algo. Explique. E fale do outro assunto. Em pequenas doses. Contestar, deixe para o trabalho acadêmico. �� você está criando uma história, não um dissertação.

2) faça histórias curtas
Ainda não achei um tamanho ideal, mas vale o mesmo para parte da explicação acima. Concorremos com a atenção e com a falta dela. Concorremos com personalidades, jeitos e conhecimentos diferentes. Não é porque você gostou da sua história que vai escrever um livro e "obrigar" seu público a ouví-la. No nosso caso ainda, há momentos que contaremos mais de uma historia. Pense em uma folha no máximo, com letras grandes...

Entramos na terceira e quarta dicas:

3) Leia em voz alta o seu texto
Conte a historia para alguém que esteja ao seu lado. 
Conte a história para você mesmo. Pode ser no banheiro, no microfone com fone de ouvido. Mas ouça-se é importante.
Pegue opiniões,veja como está a captura de atenção. 
Ouça-se. Perceba. Aceite que fez feio ou errado e faça de novo.
Veja onde pode tirar palavras ou trocar por algo que fique mais audível.
Em voz alta você percebe muito melhor que em silêncio.
Se estiver começando e timido, grave para você ouvir, se você mesmo se destrair, já sabe né? Não vai pegar.

4) Use fonte 18 sem culpa.
Quando você ler a história para seus espectadores estará em volta de muita gente. Letras miúdas não abrirão espaço para você olhar para o lado. Nem ler de longe, gesticulando, olhando para seu ouvinte e percebendo o tédio ou a ansiedade de ouvir a próxima frase.
Além disso, O idoso que você presenteará na maioria das vezes terá catarata ou deficiencias visuais, não o obrigue a pegar a lente de aumento.

5) Não passe lição de moral
O idoso é um ancião. Embora ele esteja com os filtros quase sempre desligados e sejam de "outra época" (não sei onde, mas fica pra outra discussão) eles tem o triplo de vivência que você. Eles já fizeram (se puderam) aquilo e muito mais que você ja fez. Respeite o cabelo branco. E para crianças, leve o coração aberto, ensine com exemplos e modos e não com uma lição de moral.

6) conte Uma história
Aqui não vale a regra compre um leve três! Emprenhe-se naquele fato, naquele instante. Naquela história, mais que isso é: mais.

7) seja falho
Se alguém que chegou até aqui é dono da verdade procure um psicologo. Mas sempre é bom lembrar que nossa luta com nosso espelho é a mais difícil. Aceitar que fizemos um texto ruim, aceitar que não foi bom o suficiente, aceitar que todo o trabalho gerou mais trabalho é difícil, mas é importante. Não fique com uma historia que você ja não acredita. Mude toda ela. É uma história!

8) Não faça uma reportagem. 
Seu Tião, 98 anos, nascido em Pernambuco, com 10 filhos viu um fantasma. �� Não. "Existia naquela terra encantada o Tião, um ancião que beirava os 100 anos. Uma noite, com seus 10 filhos viu um fantasma! �� melhor talvez. Tente você. 
Não é uma entrevista e não é uma reportagem ou relatório.

9) ache seu jeito
Não precisa ser um poema, não precisa ser um conto de fadas. Pode ser uma fição cientifica. Pode ser no futuro e não tem que começar com era uma vez. Faça o exercicio: escolha uma coisa que aconteceu com você ontem e conte para alguém essa coisa pensando em como está contando. Depois tente fazer a mesma coisa "no papel"

10) não existe verdade
Um idoso pode tá de pessimo humor e a criança poderá nem ligar pra você mesmo se seguir todas as dicas. Além de praticar é preciso perder a vergonha e se jogar.

11) Concreto
Essa é uma dica pós escrito: as "inteligências" são diferentes. Se você estudou muito é capaz de abstrair coisas que não conhece, quem teve menos oportunidades tem maior facilidade em identificar aquilo do dia a dia, mais concreto. Ao invés de bordô, use roxo. Em vez de havia um circulo, havia uma bola. É na simplicidade do dia a dia que está a facilidade para transmitir aquilo que você quer dizer, não dê voltas, seja concreto como um tijolo.


Do resto é muito exercicio e leitura (em voz alta do que você escreveu). :)
Boa sorte.





13 agosto, 2015

Citação House

Podemos ser o que quisermos!
Não podemos não.
Podemos desejar o que quisermos
Mas não conseguimos só porque queremos.
Eu preferiria passar a vida perto dos pássaros, do que disperdiça-la desejando ter asas.

House Temporada 5 ep 1
Morrer muda tudo

03 agosto, 2015

Frequencia é diferente de Insistência

O bom deste blog é que posso trabalhar algumas informações importantes. Dêem uma olhada nas seguintes imagens de uma ordenação de caixa posta de e-mail - uso-a especificamente para isso.




Notem principalmente na frequencia de envio.

Vamos a alguns pontos:

- Frequencia de envio de email: é importante manter uma constante, mas não ser insistente "sem motivo". Quando o porquinho gritou muito: olha o lobo, as pessoas simplesmente pararam de vir socorrê-lo.
Lembram dessa fábula?

Caso não se lembre, de uma googlada na fábula do porquinho que vivia gritando por socorro. Nesse caso, enviar tantos e-mails para um público que não quer recebê-lo: já sou segurado amil, não preciso do plano. Acaba-se com a marca e com o CANAL.

Enfim. Pense nisso.

23 julho, 2015

Atribuição

As pessoas são quem são e cada geração tem seu valor é seu desmerecimento.

Se você tende a ser negativo, racional, superficial vê apenas parte daquilo que essa geração produz e esquecer as coisas boas - tendenciando sua percepção. Atribuindo característica que são mais marcantes ao seu perfil.

Se você tende a ser positivo, emocional, profundo verá verdades que outros não vêem e ainda assim será submetido, talvez, a grandes e profundas alegrias e tristezas.

E assim seguimos: atribuindo.

Mas qual é do papo da geração? Então: usei a palavra geração mas neste momento creio que era seja melhor para evitar confusões pois me refiro a todas as gerações que vivem e tem acesso aos dados online. 

Atribuições: negativa - já que a Internet facilitou a pesquisa, pesquiso menos é mais superficialmente. Verdade? Talvez. Em alguns ou na grande maioria sim.

Atribuições: Positiva - Você já parou para pensar que pode se certificar de qualquer informação se aprofundando um pouco na pesquisa e não tomando como verdade a maioria?

Vou para o causo de hoje que gerou toda essa elaboração enquanto fecho os olhos:

Hoje, em um aplicativo de recordações (timehop) encontrei uma citação. Há dois anos, copiei e colei aquele trecho sem pensar em confirmar a veracidade daquilo. Atribui que quem dizia, sabia aquilo que dizia. Era o seguinte:

"Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro aprender a ficar de pé, caminhar, correr, escalar e dançar; ninguém consegue voar só aprendendo vôo".

Primeira atribuição: por que gosto dos eventos, já ouvi muita coisa e li muita coisa legal desse divulgador atribui que a citação era verdadeira.

Atribuições: ele divulgou para não sei quantos e eu para não sei mais quantos na época.

Só essa atribuição já incitou que outras pessoas atribuissem verdades e criou-se uma corrente.

Hoje, esse aplicativo rememorou essa contribuição e fui pesquisar, pois na primeira a deram Nietzsche. Pelo que me lembro de Nietzsche suas citações me davam dores de cabeça de complexa profundidade e atribuições. Mas essa frase, fui pesquisar se era mesmo de Nietzsche e, numa pesquisa inicial: sim. Quase todos resultados atribuem a frase a ele mas nenhum, NENHUM! Cita a fonte de origem.

Inclusive artigos científicos onde as pessoas usam a citação e não põem a fonte! Ah! Se "todo mundo" diz que é dele alguém tá certo? Nesta época o lado ruim e que talvez pois todos que não pesquisaram compartilharam e a tornaram "verdade" mas é falso.

A única fonte de origem que encontrei nessa frase foi:

Tempo
Edno Mattos
Clube de Autores, 30 de nov de 2008 - 47 páginas - na Página 19!

Atribuo ao Edno essa frase, se ele replicou de Nietzsche,  não colocou a fonte, eu, na minha pesquisa superficial não atribuiria pq não achei mada que o pudesse fazer.

Desse ponto haveria tantos links de atribuições falaciosas para discussão.

Atribuo falta de tempo para pesquisa aprofundada. Atribuo valor: quão importante é o dono da frase se a frase é boa? Atribuo desmerecimento: para que essa pesquisa. E, na minha opinião a pior: atribuo verdades falsas.

21 maio, 2015

Pangué


http://historiaviva.org.br
http://www.velhoamigo.org.br

Um trabalho voluntário é um trabalho. Onde a recompensa é ajudar, mas não se engane, você ajuda e procura ajuda. Você precisa dedicar tempo, esforço, paixão e paciência. 
Também não deve ser um querer de empolgação, é frustrante ver muitos começarem e tantos sumirem pelo caminho sem ao menos dizer: tchau. Todos temos compromisso, então pense que é um curso, um grande aprendizado no período de um ano pelo menos.
Emprenhe-se.

Depois do sermão vale explicar o projeto: que ja está descrito nos sites acima em detalhes, mas é um projeto de ouvir, transformar/encantar e contar histórias. Em resumo: ouvimos idosos e incentivamos a falarem enquanto anotamos o que pudermos (pq eles curtem falar), depois sentamos e transformamos encantando a historia que os idosos disseram e em seguida, levamos essa historia para crianças e as contamos! Depois voltamos e contamos para os principais personagens e devolvemos tudo.

Enfim, se tiver intesse: entre nos sites no começo do post.

E quem é o Pangué?
Foi meu primeiro conto, a quatro mãos, com o Manoel Lobo (facebook: /manoel.lobo.1). 
Ele ouviu a historia inicial do idoso que falou que morava no sertão, com seus irmãos e precisavam ir buscar água sempre, no lombo de um burrico.

Enfim: aproveitem.

Apresento a todos a história do Pangué.

Existiam três garotos comuns, sem maiores ambições que um prato de comida e uma boa e refrescante água com limão para beber.

Viviam uma vida pacata, comum, numa fazenda em um país muito distante governado por um cientista maluco. 

Esses irmãos, toda os semana, pegavam o Pangué, um burrico inteligente e preguiçoso, para buscar suprimentos para família no castelo do cientista e viviam tranquilos sem muitas aventuras.

Certo dia, o cientista em um acesso de maluquice, proibiu a entrada de todos. 

- A água está confiscada e é minha! Ninguém mais entra no meu Castelo!

A notícia se espalhou como fogo e pegou todos desprevenidos. A tristeza e desolação tomou conta de todos. 

- Como faremos? Era a pergunta estampada nos olhos dos irmãos enquanto alimentavam Pangué.

- Temos que encontrar água, não importa como!

- Mas onde? Como? De que maneira vamos deixar nossa vida, nossa família e mudar tudo?

A discussão durou alguns dias enquanto a água de reserva ia acabando. O desespero e a tristeza se instalava. Era melhor desistir de tudo!

Foi então que o pai dos meninos os chamou e lhes ordenou que fossem à um reino distante, conhecido por suas abundantes águas límpidas e cristalinas.
 
Vocês devem trazer água para casa antes que seja tarde demais e acabemos morrendo de sede. Levem o Pangué com esses dois velhos baldes e os encham de água para que sobrevivamos a esses tempos difíceis.

O irmão mais novo foi montado sobre o velho burrico, que carregava também os dois baldes, um de cada lado, e seus irmãos o acompanharam a pé. Assim começaram sua jornada, em busca da água que salvaria sua família.

No entanto, o cientista maluco, governante daquele reino e auto-proclamado detentetor de toda a água do reino, não ficou nem um pouco satisfeito quando soube que alguém ousava tetar se apoderar de alguma água em seu reinado. Mesmo que a água em questão viesse de fora, isso certamente não estava certo! Ora, era uma petulância que algum de seus súditos ousasse querer água! E assim ele começou a arquitetar um plano para impedir que os meninos voltassem com aquela água.

Já havia alguns dias que os garotos estavam na estrada, rumo ao Reino das Águas Infindas, e não deviam estar muito longe agora, embora não soubessem disso. Deviam chegar lá em breve, mas estavam cansados, sedentos e famintos. Longe dalí, o cientista tinha chegado a um plano, certamente infalível, que tiraria os garotos de seu caminho e os impediria de alcançar a almejada água. 

Observando-os com sua luneta de alta precisão e longa distância, do interior de seu castelo-laboratório, o cientista esperou até     que os meninos se aproximassem de uma floresta densa e escura, à qual teriam de contornar antes de chegar ao seu destino. Quando eles estavam bem próximos, fez os cálculos finais e disparou de seu laboratório um dardo teleguiado em direção ao burrico dos garotos.

Ao sentir aquela picada repentina e dolorida, Pangué assustou-se muito e disparou em direção à floresta à sua frente! O irmão mais novo fez o que pôde para se segurar na sela, mas floresta adentro, acabou perdendo o equilíbrio e com uma forte pancada foi ao chão, enquanto o burrico continuava a correr assustado.

Ele vagou por aflitivas horas na mata sombria até conseguir encontrar seus irmãos, que também o procuravam. Os dois outros meninos já haviam recuperado o velho e assustado animal, e a muito custo convenceram-no a subir novamente no burrico.  Mesmo assim, estavam agora perdidos, com fome, com sede e o irmão mais novo trazia o corpo dolorido da queda. Não sabe-se quanto tempo passaram vagando, quase sem esperança, no interior da floresta escura, até verem, muito ao longe, por entre as árvores, o brilho da luz do sol. Se animaram, a esperança se inquietando em seus peitos, e apressaram-se em direção à luz!

Ao saírem, se depararam com uma das visões mais fantásticas que já haviam tido em toda a sua vida: uma grande cidade se erguia à sua frente, bem no centro de um imenso lago azul e refrescante. Animados, os garotos pularam no lago e refrescaram-se antes de começar a diligentemente encher os baldes com água, e começarem os preparativos para a viagem de volta.

Uma linda moça, que estava próxima encantou-se com a animação dos irmãos e susurrou um segredo ao ouvido do mais velho.

Ele sorriu, agradeceu, juntou todas as coisas e tomaram o rumo de casa em um silencio que emanava alegria.

Caminharam de volta tanquilamente, ate que encontram o cientista que os esperava na estrava que levava para sua familia.

Vocês não passarão! Essa agua também é minha! - bradou rindo loucamente o cientista.

O irmão mais velho, cochichou algo na orelha do pangué que disparou contra o cientista tranaformando-se num dragão alado com uma calda dagua. 

O cientista fugiu gritando, e as gotinhas de agua formaram varias nuvens, que se precipitaram em chuva. 

A barreira criada pelo cientista ruiu. Os irmãos voltaram com chuva. E fartura.

E quando perguntaram, o que havia acontecido. O mais velho respondeu:

- Aquela moça bonita era uma fada sereia. Ela me disse que o Pangué sempre esteve em nossas vidas para muda-la! Para nos apoiar porque nos amava e dividiamos nossas melhores horas com ele. Que ele, em sua forma original de dragão retribuiria quando mais precisassemos. O que fiz? Susurrei: você é nossa familia, o protegeremos. Para agradecê-lo porque achei que era o fim!

Todos abraçaram pangué. Viram o pequeno corrego cristalino que reluzia a luz do sol. E sorriram, finalmente em paz e felizes.

O mais novo gritou: Tenho um limão!

Todos deram de ombro e se lembraram que o que eles mais gostavam, era de uma agua fresca com suco de limão. Riram e correram felizes para o rio com pangue relinchando atras!


20 abril, 2015

O Google muda seu algoritmo de busca.


O algoritmo de busca do Google é uma sequência de regras que impacta na forma que o gigante dos dados exibe os resultados Orgânicos – aqueles que aparecem por que o site é relevante em conteúdo, relevantemente desenvolvido - quase sem problemas de links, organizado por SEO e várias outras regrinhas que são utilizadas por ele.

O que é Orgânico e Pago no Google


E qual o motivo do “armagedon”? Segundo as referências acima, o Google priorizará os sites responsivos, mobile first, adaptados (notem que separei - são coisas diferentes -) e que têm a interface e código mais adaptados à apresentação móvel.

“Cerca de 60% do tráfego na internet agora vem de dispositivos móveis e o Google quer que os usuários tenham uma boa experiência sempre que clicar em um link móvel.

Por mais que a alteração seja focada somente para exibição multidevices (smartphones, tablet, geladeira, tv, computador) pela relação intrínseca é muito provável que isso afete também anúncios, modelos de busca das pessoas ao se adaptarem ao novo padrão e também que afete minimamente a parte de anúncios – essa última parte é uma suposição baseada em: “se tudo no Google é integrado e a base disso tudo é seu algoritmo de resultado – seu core business -, logo, toda a cadeia relacionada poderá sofrer pequenos abalos (ler sobre teoria de redes e teoria do caos – não a versão da borboleta please :-P ).

O que muda na minha vida de cliente do Google? Nada. Você terá resultados um pouco mais relevantes e menos lixo na hora que fizer suas buscas.

E qual o motivo de tanto blá blá blá? Para quem trabalha com sites de alguma maneira há mudanças impostas propostas por um grande player que faz/fará o mercado tomar direções específicas, vale ficar ligado.


O que é o que:
Opt IN significa optar por entrar (em um mailing list).
Opt OUT significa optar por SAIR (de um mailing list)


SEO – Search Engine Marketing – é o ato de ajustar detalhes do seu site para que o robô do site de busca consiga ler o conteúdo e apresenta-lo melhor para o usuário. As “regras” de SEO melhoram o desempenho de leitura, logo trazem mais informações e logo fazem o site aparecer primeiro e se tornar mais relevante.

04 abril, 2015

28 março, 2015

Nossos velhos – crônica de Martha Medeiros


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Nossos velhos Pais heróis e mães rainhas do lar. Passamos boa parte da nossa existência cultivando estes estereótipos. Até que um dia o pai herói começa a passar o tempo todo sentado, resmunga baixinho e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça. A rainha do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá pra implicar com a empregada. O que papai e mamãe fizeram para caducar de uma hora para ou…tra? Fizeram 80 anos. Nossos pais envelhecem. Ninguém havia nos preparado pra isso. Um belo dia eles perdem o garbo, ficam mais vulneráveis e adquirem umas manias bobas. Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez de eles serem cuidados e mimados por nós, nem que pra isso recorram a uma chantagenzinha emocional. Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, e o que não sabem eles inventam. Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo o que o médico proibiu. Estão com manchas na pele. Ficam tristes de repente. Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos, que relutam em aceitar o ciclo da vida. É complicado aceitar que nossos heróis e rainhas já não estão no controle da situação. Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina. Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo. Ficamos irritados se eles se atrapalham com o celular e ainda temos a cara-de-pau de corrigi-los quando usam expressões em desuso: calça de brim? frege? auto de praça? Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis. Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi. Essa nossa intolerância só pode ser medo. Medo de perdê-los, e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais. É uma enrascada essa tal de passagem do tempo. Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros, ainda mais quando os outros são papai e mamãe, nossos alicerces, aqueles para quem sempre podíamos voltar, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós. 


https://www.facebook.com/CronicasDeMarthaMedeiros

05 março, 2015

Mapeamento das coisas que gosto

Para mim é bem complicado relacionar coisas que gosto então, toda vez que eu me sentir relativamente bem, postarei aqui a lista para me lembrar que há coisas boas na vida.

# Tomar café, tranquilamente, em uma cafeteria onde eu me sinta a vontade.

# Andar de harley calmamente, numa noite refrescante, pelo centro velho de São Paulo, com uma lua imensa sobre a cabeça.

#figo

Qual será a próxima!?

27/6/15

# tomar uma banho quente demorado no escuro deixando a agua cair na cabeça, nuca e costas com incenso aceso.

#um abraço sincero/verdadeiro ou inocente

05 outubro, 2014

Crônicas de um voto

Levanto. Tomo banho. Penso, não falarei com ninguém mesmo, coloco a mesma camiseta que dormi, pego a jaqueta, um vento gelado em um dia de sol.
Sigo para o Mackenzie em silêncio pensando no que descobri ontem: se eu morrer depois da minha mãe, não serei doador de orgãos pois ninguém poderá assinar por mim, essa é a regra. Bate uma depre básica e sigo meu caminho pensando sobre minorias.
Vou observando a rua: pessoas com cachorro, famílias, crianças, idosos... Uma bêbada na esquina, com camiseta do Metallica cantando sertanejo não identificável, churrasco na calçada com linguiça e um pedaço de carne com mais gordura do que carne.
Subo para o local de votação, seção 179, vejo um mesário tão elegante  mas tão bem arrumado, que fico envergonhado de estar tão mulambento: dormi de calça jeans e camiseta e nem o tênis eu tirei, meu deus! Ele parece tão bem vestido. Será que se sente bem, todo empoado? Sigo em frente.
Chego no lugar adequado. Sem filas. Só os mesários e um cara da vara eleitoral que está passando orientação de costas pra porta...um pigarro estudado me incomoda.
-Arãm. Nenhuma reação. Tosse.
-Ah, pode vir.
O mesário está.fanho de gripe  sinto pena dele.
Voto. É rápido.
Desço de elevador e uma senhorinha, feliz, me conta que votou no Alckimim. Sorrio pensando: pq? Não prolongo o assunto.
Saio. Vejo uma starbucks dentro do Mackenzie e penso como sou sortudo por não estudar lá, mesmo não achando lá grande coisa o café deles gastaria meu dinheiro em chocochips. Ufa.
Sigo meu caminho de volta.
Paro para um café. Funcionárias mau humoradas. Café com um gosto estranho. Lugar bonito.  Pago, saio, acendo um cigarro já caminhando de novo. Troco mensagens no whatsapp com um novo companheiro de jornada. Sorrio da viagem e sigo caminhando.
Um cara com tantos adesivos no corpo quanto possível passa por mim: não teve infância ou é canditado, não consigo ler. Abstraio.
Na frente da igreja da consolação sou interrompido por um casal que me pede para fotografá-los com o celular. Faço a foto, os dois cavalheiros me agradecem. Sigo pensando que preciso trabalhar e que desejo dar uma volta de moto. Sigo pensando má confiança de.compartilhar o smartphone ali, naquela região um tanto perigosa. Enfim... Atravesso a rua em direção ao meu prédio.
Cruzo um doidão, na esquina: "vai na fé"  sinal de joinha, "vai na fé" para cada um dos passantes. Sorrio da pluralidade. Cheguei. Queria compartilhar o tanto de coisas em pouco quarteirões. Qual será a próxima.

02 outubro, 2014

Imagens da semana...

Fig1- aula de análise do comportamento

Fig. 2 - onde esta a sua e a minha (quase) preocupação.

Fig. 3 a eu, por mim.


27 setembro, 2014

Eu, você, dialética, variáveis e organização das ideias

(Este post está em construção, leia por conta e risco, amanhã ele pode ser outro.)

Editado: 8/10/2014

Quem acompanha o blog, e eu, sabe que embora a pesquisa do mestrado esteja meio parada ela não saiu da minha cabeça. Também sabe, ou deveria saber, o quanto é complicado explicar as nuances de determinadas visões para mim. E também do quanto eu acabo desistindo, me frustrando até, em tentar explicar algo que é tão abstrato ainda

Relendo o parágrafo anterior chego ao antagonismo/contradição de que ficará abstrato, pois o abstrato, quando explicado deixa de sê-lo e é tão desgastante o exercício de fazê-lo, parece interminável; e não, necessariamente é viável ou necessário, vou tentar explicar.

É tão difícil sentir/ver a semelhança, quanto mais explicá-la ou adaptá-la. Se é necessário, ou não, dependerá do fim desejado, do todo esperado, não das partes.

Por que a minha agonia é mais significativa que a sua? Se ainda não consegui construir a minha a ponto de verbalizá-la(?), penso. Desse ponto de vista, dar atenção a sua, que já está pronta, é, muito mais prático e inteligente. 

É muito mais formal, padrão, "fácil"; pois somos todos "formados" para ver e tratar as coisas assim. Somos ensinados desde o começo (quando nascemos) a pensar de uma determinada maneira (pois nossos pais, professores, mestres assim o fazem). 

Seguimos um roteiro, inconsciente, mórfico, dadas as caracteristicas pessoais, mas ainda sim, formado dia após dia a partir de um processo estruturado.

Tratar um problema que existe frente a um em construção... 

E, na releitura, novamente, acredito que o parágrafo anterior tem um problemas lógico, mas vou ignorar minha dúvida para avançar; mas que fique registrado: se o problema está em construção (abstrato), ele existe ou não ao ponto/para ser tratado? 

Racionalmente e socialmente, agrupo, revejo, explico, revisito, largo, pego, analiso, separo, agrupo novamente e assim, passo-a-passo, tento, aos poucos, formatar a ideia (literalmente damos forma, padrão, ao conceito). Mas isso me incomoda, pois temos que ficar dividindo em partes e acabamos por despriorizar o todo.

Mas sempre parece que é minha a responsabilidade de resolver um problema que é tão incomodo para mim, em mim. Compartilhá-lo, como agora, é atirar uma garrafa ao mar, talvez alguém encontre e esteja disposto a dedicar tempo nesse resgate, mas quando chegar, o naufrago estará vivo ou ja terá sido resgatado? 

O tempo é continuo, ele é a única constante. O todo, inclusive sua transformação, ao longo do tempo  deve ser considerado, de modo que se quisermos dar forma, não daremos, ou não devemos, se quiser tratar TODO o problema.

Soa arrogante, mas não o é. Já compartilhei, compartilho tanto que estou escrevendo no blog, mas é doloroso, difícil; entretanto,  tenho me surpreendido com as filtragens, descubro outras coisas, e espero que entendam que não é, mesmo sendo, pessoal. É individual, e por um defeito meu, conseguir compartilhar algo tão "etéreo" parece-me até bobo demais diante de outras angústias.

Enfim, há poucos dias, descobri que essas contradições, que tento explicar são vistas por um método: a dialética.

Há uma parte enfadonha, ao meu ver já aviso, já que o seu principal diletante era Marx, de modo que toda conversa a respeito do assunto acaba indo para capital, economia, classes, etc. 

É enfadonho/chato, por que não é ali que está meu foco, faz parte, mas não é uma parte tão essencial do que vejo, pelo menos não é essencial para mim, neste momento. E não faz sentido prestar atenção nisso. Embora, seja uma constante para a minha forma.

Camos tentar explicar:

Não pelo fato de ser apolítico ou por ser desimportante ou ainda qualquer outro argumento que queira inviabilizar a pesquisa/preocupação de Marx e seus seguidores, apenas, dentro do tudo, não é aquilo que enxergo como essencial ao MEU problema. Então "como isolá-lo? Não sei, de modo, que o ignoro, e, ele fica em suspensão, até que seja necessário.

Tá em ebolição, afetará esta parte, tem grande importância ao todo, principalmente por que vejo a mim e a tecnologias e pessoas, mas é um problema quase que paralelo. Que não pode merecer atenção, embora, afete diretamente o texto, o contexto e a mim (sou uma pessoa, ainda).

Por que afeta e por que deve ser colocado a parte?

Afeta pois: eu, Raul, estou contido na sociedade atual, capitalista, do ano de 2014; e, necessito pois ganhar dinheiro, comer, viver para escrever em um computador que consome energia, que é um serviço pago, e o computador, também é pago, e a internet, também o é.; assim como a comida, a casa, O TEMPO que gasto para tentar resolver um problema não construido e abstrato. Ufa.

TODO ESSE PEDAÇO, notem a contradição "pedaço do todo" faz parte do contexto lido e formatado por Marx. Assim, por que devo colocar em suspensão/ignorá-lo se ele afeta diretamente a pesquisa. Porque não fui/fomos ensinados de outro jeito. E "não quero" falar disso. 

Essas afirmações, são horríveis e é tão complicado afirmar algo, que não fui a fundo (muito mais fundo) para saber, enfim, em aparência e momento, a aplicação da dialética ao nosso "cara" parece que não deixa o assunto observar outros pontos. Mas dialética é legal. Pelo menos o ambiente que trata, até onde li, o é.

Explicações pessoais à parte, o que quero deixar claro/esclarecer é o ponto de vista máximo: de todo o percurso, DO TODO, é inviável a uma única pessoal avaliar tudo. Pois, ela é um pedaço do todo. 

Caimos no problemas de filtro, e onde acredito que a tecnologia nascente, digo nascente num contexto maior que muitos anos, de BigData poderá fechar algumas lacunas de visão mais ampla. Já que armazena e trata informaçoes mais rapidamente e em quantidade significamente maior.

Mas não quero me enganar, também não visitei a fundo o uso e aplicacões desse conjunto de tecnologias. Quando me refiro a BigData, penso que é uma ferramenta, que será capaz de suprimir buracos nessa linha de raciocínio. 

Mas para isso, ela deveria deixar de seguir os processos formais e trabalhar, talvez, semanticamente?

Mas/Pois os constrastes e paradoxos lógicos que existem no desenvolvimento da nossa tecnologia atualmente usados, para esclarecer esses mesmos peoblemas, se visto sob a otica formal, nao faz sentido, mas pelo que li da dialetica, faz todo o sentido do mundo. Pois eles fazem parte da mesma moeda, eles são o conjunto que formam o contexto.

Tentemos, por partes, arrumar as ideias em ebolição.

Em várias conversas usei o exemplo da elipse da minha vida, da mola que me faz agonizar toda vez que parece que voltei ao mesmo ponto, ou parece que voltei duas casas, antes de continuar. Onde parei, olho e penso: onde estou errando? Por que as coisas ficam voltando, mas não voltam iguais, não são as mesmas. Eu não sou o mesmo e agora, além de tudo, sou mais medroso resistente, tenho menos tempo, menos impetuosidade e começo a questionar mais. Também sou mais experiente, sei de mais coisas, sou mais independente, tenho mais recursos do que tinha com 15 anos, tenho mais e tenho menos. Eu mudei. Não estou no mesmo lugar.

E isso, não sou EU. Sou EU, é você, somos nós em infinitas elipses.

 A esfera alí, sou eu, é você. Os ciclos, são comuns a todos nós que estamos próximos num todo. Que sobe e desce..

 Mas visto de cima, parece quase a mesma coisa, se a esfera estiver no "mesmo lugar", dependendo do ponto de vista, ela não se moveu, mas a elipse, pode tê-la feita ir para cima ou para baixo, pois o tempo é um continuo.

Repara: a linha vermelha de ascendência ou descendência não está em todas as linhas da elipse.


Enfim, essa era uma tentativa de ilustrar essa ideia de idas e vindas, em evolução temporal. Mas olha que bacana, o trecho que veio na aula:


Vamos dar um zoom nessa tinha tempo e indivíduo para ver onde as coisas caminham juntas, colidem ou se afastam.


Isso posto, vamos transformar o individuo em círculos. 


Adiantando uma pergunta que está me incomodando e não sei onde colocá-la no texto: qual a aplicação prática disso? Qual a pergunta que quero responder? 

No caminho até aqui pensei: é nesse contexto que podemos explicar angústias e metas gerais. Demonstrar que embora o crescimento geral de um esquema individual, ele o é no mais puro da palavra, individual. E como, conciliar isso ao contexto de coletividade? É certo, dedicar esforço a uma media, quando se observa o futuro 

8/10 - Devemos considerar que a linha tempo/indivíduo é fluida como um jato dagua. Com a força tendendo a queda na característica e dinâmica atmosférica ou, da inexistência dessas tração gravitacional reta ou levitacional. 

Considerando que cada inferência é uma variável que interfere de algum modo nessa linha fluidica. Seja pelo acréscimo ou decréscimo de força, potência, resistência ou o que quer que seja nosso poder é somente aquele de interferir no seu caminho.

23 setembro, 2014

5 ou mais motivos que minha campanha de email marketing não converte. E-mail marketing funciona?

Entra ano e sai ano me perguntam: qual o motivo que minha campanha de email marketing não dá certo? A resposta é: não sei, preciso analisar caso a caso. 
Parece resposta de consultor mas não é. 
Tanto não, que darei as pistas neste post para uma auto análise, e se  - veja bem SE - um dos pontos for identificado mude. Não adianta identificar e não melhorar. Também não adianta fazer meia boca, faça metade, corrija essa metade e parta para outra. Meio job é diferente de job meia boca. 
Tenha em mente que tudo é trabalhoso, tudo é conflitante. 
Estamos em uma época onde a quantidade de opções e informações é tão grande, que se alguém te dá a receita pronta, por um preço módico, desconfie. Provavelmente esse alguém só quer lucrar a suas custas. :-P
Enfim, vamos aos pontos:

Base de emails

1) Verifique sua base de emails SEMPRE. Qual foi a ultima vez que você prestou atenção nisso? Quantas vezes você se dispos a olhar de perto os domínios que você atinge, quantas vezes você observou a fundo as mensagens de retorno. Enfim...

2) Comprei minha base de emails, tá tudo certo. Errado. Se você comprou uma base ela não é focada. Ah! Mas eu segmentei com a empresa que me forneceu! Você comprou 2 toneladas de areia para encher um vaso de formiga. Foco. Sua base será construida com o tempo. Volte ao item 1.

Arte

3) Minha arte não converte! - essa é dolorosa, teste. Use as ferramentas a sua mao. Você tem como: testar foco de atenção, fugir da opinião do chefe ou ouvir o pessoal do comercial que tá na ponta com o cliente. Teste. Você ta colocando um problema sobre o outro, se seu email nao ta bom e se sua base é zoada. Segmente. Teste. Contrate um designer e não o seu sobrinho! 

Código

4) Chamei o Francinildo. Ele é um pouta peogramador. Ok? Ele é frontend ou backend? Ele sabe os formatos? Ele sabe as regras de código? Ou é daquele que pede uma imagem para linkar? Só pra você saber, se o seu grande publico é gmail, o html será lido de um jeito. Se é outlook de outro. Veja o item 1 e o 3. Depois arrume alguem que "programe" seus emails.

Texto

5) Você está se comunicando ou está apenas seguindo o script dos um milhão de cartilhas que existem na web de "como obter sucesso na conversão de email marketing?" 

Você está sempre com pressa para disparar a campanha e nem reparou que o texto atende a você e não a seu cliente!

Você ja sabe qual será o assunto do email ou vai seguir as receitas da web? Personalização, sabe, isso ajuda muito. Mas você, antes de personalizar precisa saber para quem está personalizando.

Então... Acho que temos 4 pontos bons para você começar a investigação. Tenha em mente ainda. Cultura do seu país, estado e cidade. Tem muita gente que gosta de ler por ai #sqn. Tem muita gente que ama email de paixão #sqn. Você envia email para quem não quer receber. Você desconhece seu público. Você desconhece o público da sua base! As estatisticas que seu gestor está usando serve mais para proteger a ele do que seu negócio! Percentual é muito bom para uma visão macro. Mas 1% é bem difente de 100 e de 1 milhão.

Pense nisso. Depois, se quiser. To disponível no mercado e você ta ai sofrendo. ;-)

 

21 setembro, 2014

Auto Ajude-se: seja você, distâncias e siga mexendo...

O segredo não é ser isso ou aquilo.
Seja você.
Respeite a opinião dos outros e analise o motivo dessa opinião.
Lembre-se: somos todos um amontoado de idéias, desejos, crenças e histórias (inclusive saudades e boas recordações).
Tente decidir se quer caminhar junto ou separado.
Tudo tem um lado bom e um ruim.
Isso é ser humano e viver.
Juntos é mais fácil em alguns momentos; dividir o peso do mundo, ter alguém para conversar e compartilhar, etc. Mas será preciso sincronizar as passadas, entender o cansaço do outro, dividir o suor, puxar e as vezes segurar, mas o mesmo valerá para você que será puxado, empurrado, abraçado e compartilhará o suor da mão que segura.
Separado é mais rápido, você encontrará semelhantes. Saltarão até mesmo próximos uns dos outros. Mas se cair, estará sozinho. Talvez algum outro que venha no caminho o auxilie, talvez, é mais solitário, quase mais silencioso se você ignorar aqueles que avançam e o ultrapassam.
Estou tentando encontrar outras vantagens do separado: alguns talvez digam - você será capaz de fazer aquilo que deseja. Será invejado da sua capacidade de saltar mais rápido e as vezes mais longe.
Nenhum dos dois motivos chegam a me parecer muito bons a longo prazo.

Relendo esse texto me ocorreu: vemos melhor, na maioria das vezes, o que está distante. Temos uma visão holística, afastada. Indolor. Nesse ponto acabamos por perceber melhor as vantagens.

Mas para saber, temos que ir. Adentrar no lugar que vimos. Perceber as dificuldades, mudar a sintonia. In loco, é quando vemos o mais difícil.

Veja um chão de brasas a noite. De longe: quase um chão de estrelas. Vá até ele, só a proximidade já esquenta. Qual foi i motivo da sua criação ou a destruição que ele causa?

Mas retomando: seja você, buscando aprender, compreender no sentido mais puro da palavra.

Não serão rótulos, nomes, outrem que dirá a você qual é o melhor caminho a seguir: outro vê de longe o caminho alaranjado que brilha no escuro. Você, só você sabe a dor que ele causará. Esse caminho é o único?

Calce ou construa a ferramenta necessária para percorrê-lo. Você é um ser pensante. Pode demorar um pouco até conseguir o que precisa, mas ficar parado esperando, o fará perder sua vida estagnado.

Água parada fede. Evapora e deixa de existir aos poucos. A não ser que algo, a movimente.

Perceba, que novamente não estou dizendo que é rápido ou fácil. Estou dizendo, que ao menos caminhar e mexer-se de um lado para outro, talvez você consiga erodir o chão debaixo dos seus pés. "Jenios" dirão: será mínima a erosão, superficial. Ano após ano. Geração após geração. Tornar-se-a um Canion.

Não me serve! Quero para ontem! Então mexa-se. Salte mesmo inseguro. Você vai morrer de um jeito ou de outro. Faça alguma coisa!

Para quem é esse texto? Para quem servir. O texto chega no momento propricio onde você está apto a entende-lo.

Você segue isso? Sinceramente não sei. É mais difícil ver sob as plantas dos próprios pés sem cair se você está sozinho.

17 setembro, 2014

Refencias para nao perder: transcendencia, vigostky e paradoxo fermi

Preciso escrever! Preciso anotar! São tantas referencias, tantos caminhos que apontam para uma direção de incongruencias humanas que só escrevendo para ajustar as ideias.

Primeiro referências:

http://portugues.christianpost.com/news/stephen-hawking-alerta-dos-riscos-da-inteligencia-artificial-ao-abordar-novo-filme-de-johnny-depp-19455/

http://algunsfilmes.blogspot.com.br/2014/07/transcendencia-revolucao.html

http://m.gizmodo.uol.com.br/paradoxo-fermi/

Aliás, esse do Gizmodo Brasil não quero perder nunca. Paradoxos, seres humanos, alienígenas...

Vigotsky, onde ele estava escondido?! Quero ler muito...
http://www.josesilveira.com/artigos/vygotsky.pdf

Enfim... Vou dormir, reageupar meu codigo e desfragmentar minhas ideias, depois eu volto...


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