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12 novembro, 2012

A origem do halloween


Uma antiquíssima tradição celta.

Por força da globalização, tradições herdadas desta antiquíssima festa de origem celta estão se espalhando rapidamente em vários países do globo, dado a isso vale a pena entender sua origem. Este texto é uma tradução adaptada do informativo "a palavra do dia" do idioma espanhol.

Na antiguidade, na Bretanha, Escócia e Irlanda se festejava a festa de Samhain em 31 de outubro, último dia do ano nos antigos calendários celtas e anglo-saxões. Nessas ocasiões acendiam-se grandes fogueiras no alto das colinas para afugentar os espíritos malignos e acreditava-se que as almas dos mortos visitavam suas antigas casas acompanhadas por bruxas e outros espíritos.

Em algumas regiões da Galícia, se mantém até hoje o antigo costume celta de fazer caras em aboboras e cabaças ocas e iluminadas com velas por dentro a cada noite de 31 de outubro.

Com a chegada do cristianismo, se estabeleceu em primeiro de novembro o dia de todos os santos, e o 31 de outubro passou a se chamar, em inglês: All Saints' eve (vespera do Dia de todos os Santos) ou também all Hallows' eve  e mais recentemente Hallows' eve, de onde se derivou a palavra halloween.

Hallow é a palavra em inglês antigo que significa 'santo' ou 'sagrado' e, comono seu vocábulo moderno holy, provem do germânico khailag.

Muitas tradições do Halloween se converteram em jogos infantis que os imigrades irlandeses levaram no século XIX aos Estados Unidos e, desde então,  vem se espalhando neste último século para outros países.


21 agosto, 2012

Blogs, Socrátes, Cooters, Terceira Idade e ufa, um texto...


São poucos (não tão poucos para ser sincero) os textos que me surpreendem, seja pela quantidade de referencias ou pelas informações trazidas por ele. 

Na verdade, os textos que me fazem navegar de informação a informação são os mais surpreendentes, pois ao aprender algo que não conhecia outro emaranhado de informações se desenlaça à minha frente numa rede assustadoramente imensa. Parece que quanto mais procuro, mas encontro e menos consigo aplicar... A sensação é quase perder-se dentro de um emaranhado de cipós, eu acho, já que nunca me perdi num deles... Enfim: lembra-me o seguinte:

“Sócrates dizia que sua sabedoria era limitada à sua própria ignorância. Segundo ele, a verdade, escondida em cada um de nós, só é visível aos olhos da razão. (daí a célebre frase "Só sei que nada sei"!).[33] Ele acreditava que os erros são consequência da ignorância humana. Nunca proclamou ser sábio. A intenção de Sócrates era levar as pessoas a conhecerem seus desconhecimentos ("Conhece-te a ti mesmo".). Através da problematização de conceitos conhecidos, daquilo que se conhece, percebe-se os dogmas e preconceitos existentes.”

Mas estou fugindo do assunto: meu preconceito com alguns posts de blogs (como este meu inclusive) são extravagantes, então, muitas vezes parecem-me mais enrolação de um determinado tema com o uso excessivo de expressões de mercado ou simplesmente uma nota, sobre um assunto, sem expressar grandes informações relevantes que nos fazem navegar e pesquisar sobre o assunto.

O contrário absoluto do post da Sociotramas – Talkin’’bout my generation onde a autora conseguiu prender a atenção sobre um assunto que aconteceu (as olimpíadas) e indtroduzir ainda introduzir alguns conceitos interessantes e bem definidos. O Primeiro deles são os cooters e depois um pouco sobre os hábitos da terceira idade na internet. Que me levou a este post, que me fez ir a Sócrates para citar e fazer parecer-me um pouco mais referencial.

A bem da verdade, é que este post é uma enrolação para congratular a autora do post e criar os links de referencia aos textos acima que ainda vou ler, e claro, para atualizar este blog que faz muitoooooooooo tempo que não recebia algum material útil. ;-)

The Fim.


22 fevereiro, 2012

Gateway de Pagamento - E-commerce

Sou uma das pessoas que curtem listas, embora elas acabem se desatualizando rapidamente quando são feitas via blog, são ótimos referenciais para se conseguir encontrar rapidamente serviços ou fazer comparação das coisas.

Eu deveria muito conseguir trabalhar uma matriz de comparação, mas para isso, sempre é necessário levantar quem é quem no mercado e tempo (que sempre é raro) e, embora seja uma tarefa árdua que tenha que ser feita sempre, acho que vale a pena compartilha uma lista de gateways de pagamento.


http://www.2checkout.com

* [26/02/2012]  http://www.superpay.com.br
 [26/07/2012] http://www.maxipago.com/maxipago/
 [26/07/2012] http://www.braspag.com.br/

Adyen
Boldcron/ UOLDiveo
Data Cash
Mundipagg
Superpay
 

 Se quiser utilizar os comentários para dar sua opinião, podemos melhorar ainda mais esta listagem, mas por enquanto, se preferir sugerir outros, vamos que vamos.

* Colaboração do Rogério Peres Gomes.

12 novembro, 2011

Web Shops

 

Existe um aplicativo que você instale no seu navegador e ele começa a contar as estatísticas dos principais web aplicativos. São vários exemplos. No Caso das estatísticas abaixo o Magento lidera na uso de aplicações para web.

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Já no caso de CMS o caso é bem complicado pois há tantas aplicações… mas o top 20 é interessante.

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E por último a de blogs…

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Pelo menos o blogger está como a segundo plataforma consolidada… Smiley mostrando a língua

Fonte de tudo isso:

http://wappalyzer.com/stats/

27 outubro, 2011

Cooperar e Colaborar e listas de discussão

 

O que é cooperar? O que é colaborar? Ainda que na linguagem comum sejam tomados como sinônimos, no contexto dos estudos sobre aprendizagem os dois termos apontam para significados diferentes entre si. Acrescenta-se a isso, o fato de que a confusão pode estar sendo frequentemente aumentada pela tradução. Assim, enquanto “cooperation” é entendida como uma divisão de trabalho na qual cada um é responsável por uma parte da solução de um problema, “colaboration” é entendida com o engajamento múto dos participantes, num esforço coordenado para resolver um problema em conjunto (Roschelle & Teasley, 1995 apud (ESTRÁZULAS, 1999)).

A distinção entre os dois significados, que parece agora mais nítida, corresponde, no mínimo ao inverso do que foi concebido por Piaget. (ESTRÁZULAS, 1999)

Cooperar, para Piaget (1973 apud (ESTRÁZULAS, 1999)), é operar em comum, ou seja, ajustar por meio de novas operações de correspondência, reciprocidade ou complementaridade, as operações executadas pelos parceiros. Colaborar, entretanto, resume-se a reunião das ações que são realizadas isoladamente pelos parceiros, mesmo quando o fazem na direção de um objetivo comum.

Na cooperação os atos dos parceiros constituem-se nas operações que integram um único sistema operatório. A questão é explicar como o indivíduo consegue harmonizar suas intervenções com as dos outros, a ponto de engendrar esse sistema operatório. E ainda, explicar os mecanismos envolvidos nas ações que levam à cooperação nas trocas de pensamento.

ESTRÁZULAS, MONICA. 1999. INTERAÇÃO E COOPERAÇÃO EM LISTAS DE DISCUSSÃO. Informática na educação: teoria & prática. 2, 1999, Vol. 2. http://seer.ufrgs.br/InfEducTeoriaPratica/issue/view/614.

Li, Charlene e Bernoff, Josh. 2009. Fênomenos Sociais nos Negócios, Goundswell. Rio de Janeiro : Elsevier, 2009. ISBN 978-85-352-3295-0.

As mensagens trocadas em listas de discussão fazem parte das comunicações virtuais assíncronas, ou seja, são trocas que não ocorrem em tempo real. Toda mensagem (mail) enviada pela rede deve ser postada de acordo com o endereço eletrônico da lista de discussão, para que possa ser distribuída aos demais participantes. O conteúdo das mensagens é, por consequência, compartilhado por todos os inscritos na lista, caracterizando-a como um fórum de discussão em potencial. A primeira mensagem pode ser uma saudação enviada pelo mantenedor da mesma (manager/owner). Posteriormente, seguem-se outras mensagens enviadas pelos participantes, que se apresentam aos demais. Durante o funcionamento da lista, as trocas de mensagens são normalmente articuladas por interesses momentâneas, que se aglutinam em torno de grupos de trabalho, envolvendo assuntos e temáticas pré-estabelecidas ou não. (ESTRÁZULAS, 1999)

Para Piaget, toda associação voltada à produção de valores, seja ela cientifica ou não , poderia ser estudada segundo as trocas internas entre seus colabores e as trocas externas entre estes e o publico em geral. Aplicando-se a ideia ao caso das listas de discussão, sistemas fechados na prática, os estudos resumir-se-iam aos das trocas internas. Nesses, o partilhamento de uma escala comum de valores pode ser tomado como condição preliminar para que essas associações possam ser reconhecidas como coletividades onde há valorização recíproca. As reais dificuldades de coerência estariam inicialmente atreladas ao elevado número de escalas que coexistem na sociedade contemporânea.

A análise das trocas entre participantes de uma lista, cuja forma de ingresso foi um ato espontâneo e voluntário, considera todo esse conjunto de indivíduos trocando seus valores segundo uma escala comum como uma “classe de co-valorizantes” (PIAGET, 1973) apud (ESTRÁZULAS, 1999). A partir daí, as trocas entre todos os co-valorizantes podem ser analisadas segundo diversas possibilidades: a) benefício recíproco b) desvalorização recíproca e c) equilíbrio.

ESTRÁZULAS, M. (1999). INTERAÇÃO E COOPERAÇÃO EM LISTAS DE DISCUSSÃO. Informática na educação: teoria & prática , 2.

Li, C., & Bernoff, J. (2009). Fenômenos Sociais nos Negócios, Goundswell. Rio de Janeiro: Elsevier.

PIAGET, J. (1973). Estudos Sociológicos. Rio de Janeiro: Forense.

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