Mostrando postagens com marcador Stress. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Stress. Mostrar todas as postagens

17 janeiro, 2014

O que eu quero e a queda da paixão…

(revista pela terceira vez pós publicação para corrigir alguns erros…)

Perguntaram-me o que eu quero.

Resposta difícil essa, muito difícil.

Pensei em dizer: mudar o mundo.

Mas não o mundo muda à sua velocidade e este grão de gente tem uma pequena e mísera contribuição para isso.

Para mudar o mundo seria preciso genialidade, sorte, força, presença e esse algo que busco e não sei o que é. E pensando um pouco mais, nos dias de hoje: muito marketing pessoal, poder, abnegação e martírio.

Definitivamente não cheguei ao status de divindade para sofrer por essa mudança. Olhando fundo, não sou tão altruísta. Gosto do meu circulo e espaço, mesmo que seja dentro da minha cabeça um tanto confusa.

Pensei mais um pouco e a resposta surgiu: mudar as pessoas!

Mas as pessoas são diferentes e mutáveis.

Tantas se transformaram com o tempo; para pior e para melhor. Foram tantas que conheci, que conheço e desconheço.  Nem mesmo elas se conhecem, como mudar o desconhecido?

Tantas me decepcionaram e tantas outras me surpreendem positiva e diariamente.

Surgem e se vão.

Não, não quero mudar as pessoas, queria no máximo dar um pouco de autossenso crítico para suas escolhas, mas as variáveis são tantas que com certeza aberrações continuariam a aparecer, melhor não querer mudá-las.

Seria quase como um aparelho que pode brilhar ou explodir. Podem virar criaturas incontroláveis (já o são, não?) e o que nos leva ao mesmo ponto e, chegamos o problema de não querer mudá-las, o ciclo parece-me inquebrável.

Então, o tempo delas é necessário e a auto mudança é o que posso desejar a você e a mim. Não que alguém o faça.

Não, definitivamente não quero mudar as pessoas, queria eu ser tão otimista a ponto de me arriscar tanto, mas não, imprevisível demasiadamente.

Então interiorizei: quero me mudar!

Opa, pera lá. Isso na segunda leitura soa muito estranho. Vamos deixar claro, não estou falando de mudança física de cidade, pais ou estado, de grupo ou talvez esteja. Xi. Complicou. Continuemos.

Sou mutável. Aprendo, ouço e escuto, leio e vejo, mudo a cada instante, cada célula, cada pensamento e cada ideia que se forma na minha cabeça, não estou mudando agora tentando entender o que eu quero?

Mudo a cada segundo. Isso já acontece, eu já me transformo a cada instante, inclusive de opinião. Não. A Resposta não é essa.

Nesse raciocínio, pensei em paixão, ah, a paixão. Aí me lembro de um livro, do Mario Sergio Cortella que dizimou o meu entendimento de paixão, na verdade a paixão não é boa. E o que eu quero é bom, eu sinto. Mas a paixão, tão gostosa...

Não era mais possível dizer a mim: quero me apaixonar. O conhecimento. Triste. Frio.

Fui, teimoso, até o dicionário procurar o significado da palavra com esperanças de ser isso: Quero paixão, quero, preciso, ah! Me dê paixão! (os grifos do texto abaixo são meus, ok?)

paixão: substantivo feminino ( sXIII) – 1. O sofrimento de Jesus Cristo na cruz. 2. o segmento do Evangelho que trata do martírio de Cristo; esse martírio, e o dos santos. 3. Peça teatral cantada, ou oratória sobre o tema da Paixão. 4. Grande sofrimento; martírio. 5. Gosto ou amor intensos a ponto de ofuscar a razão; grande entusiasmo por alguma coisa (!); atividade, hábito ou vício dominador. 6. A coisa, o objeto da paixão ou da predileção. 7. Furor incontrolável; exaltação, cólera. 8. Ânimo favorável ou contrário a alguma coisa e que supera os limites da razão; fanatismo. 9. Sensibilidade, entusiasmo que um artista transmite através da obra; calor, emoção, vida. 10. No kantismo, inclinação emocional violenta, capaz de dominar completamente a conduta humana e afastá-la da desejável capacidade de autonomia e escolha racional por oposição a ação ('atividade livre'). 11. No nietzschianismo, estado em que determinado afeto organiza e orienta toda a difusa emotividade humana em uma disposição plena de saúde e vigor 12. Lógica da categoria aristotélica que indica a passividade, a inatividade perante uma ação alheia por oposição a ação. Etimologia: lat.tar. passĭo,ōnis 'paixão, passividade; sofrimento', pelo vulg.; ver 2pass-; f.hist. sXIII paixon, sXIII paxon, sXIV payxõ, sXIV payxõoes, sXV paixão, sXV passiom, sXV paxam 'martírio', sXV paixões, sXV passõoes 'sentimento'. Sinônímia e Variantes: ver sinonímia de mania e martírio e antonímia de desleixo e indiferença

O desejo dessa paixão realmente me pareceu um vício agora. Quero! Preciso! Desejo! Não.

Os otimistas dirão: mas há um ou outro significado bom ali no meio, você mesmo exclamou! Mas perceba o contexto como em um todo.

Ruim, muito ruim. Não gostaria de perder a lógica, a razão, deixar de ver, de tentar entender.

Não quero sofrer mais do que sofro pensando que esse vazio pode ser exponenciado pela paixão, vazia? Já pensou? Paixão vazia. Soa tão moderno e atual.

Então o que eu quero?

Liberdade. Muito complexo. Vivemos numa sociedade onde nossa liberdade é cerceada a cada instante. Internamente, dentro desse complexo sou livre, mas como é possível ser livre dentro de um ambiente sem liberdade; internamente?

Arcando com as consequências.

Então sou livre na medida do possível. Mas se há uma medida não é liberdade... viu.. complexo... acho que tenho a liberdade de que preciso.

Evoluir. Essa minha busca é uma evolução. Feito.

Definitivamente não sei, ainda estou pensando. Burilando a ideia. Realmente muitas dúvidas travam. O problema é que, em tudo que leio deste texto, não há dúvidas, só não há visão.

O que eu quero? Difícil, muito difícil responder.

14 março, 2012

Deputada Deputada Lauriete Rodrigues De Almeida; Vergonha Brasil

Sim, estou indignado.
Não, ao contrário da ilustríssima Deputada Lauriete Rodrigues De Almeida (http://www.camara.gov.br/internet/Deputado/dep_Detalhe.asp?id=530049) eu tenho MUITA coisa para resolver, mas minha dor pelos impostos que pago para sustentar isso me obriga a expressar e comentar minha indignação, já que em um mês ou em um dia de trabalho infelizmente não recebo o mesmo que ela (acredito).
Se você não sabe do que estou falando assista ao vídeo:



Agora saiba que os gastos dela nos últimos seis meses foram os seguintes:

Em Fev: 10.264,43
Em janeiro: 3.813,72
Em DEZEMBRO: R$ 37.870,00 sendo postais
31.594,02.
( será Cartões de Natal para todos?)
Em Novembro 7.726,57
Em Outubro 13.377,10
Em Setembro 16.362,49

Aos cofres públicos: R$ 89.414,31

Pois é. Nada contra a fé da ilustríssima, mas fico pensando se todos nós, durante o nosso horário de trabalho, resolvêssemos perder 6 minutos nossos e dos nossos colegas de trabalho. No mínimo teríamos uma advertência. No máximo seriamos demitidos por justa causa, caso o nosso trabalho não fosse relacionado a música, óbvio.

Mas não. A ilustríssima deputada que foi cantora antes de se tornar política, resolveu em assembleia demonstrar seus dotes, e graças ao Youtube, sua fé caiu na rede. Nada contra ela crer em Deus. Eu creio também. Mas não é por isso que darei prejuízo a minha empresa e deixarei de fazer o meu trabalho, digno de todos os dias, para gastar o tempo e o dinheiro de muita gente que sofre para ganhar 1% do que ela gasta em um mês como dezembro.

Enfim. Se você, assim como aconteceu comigo, está indignado, exija uma punição ou uma retratação pública para que nosso país não vire ainda mais palhaçada do que já é. Por que ela não desenvolve um projeto que faça jus a sua fé e solidariedade ao ponto de trabalhar por seu país sem mordomias? Por que gastar R$ 30 mil reais ou exigir meia entrada no jogos da copa, se ela poderia fazer com que o GOVERNO fosse ainda mais digno de confiança tentando resolver um problema mais grave da educação, saúde... mas não, é muito trabalho, seguir a moda e fazer política é mais fácil.

Enfim.. São tantas e agoniantes sugestões que chega a ser desistimulante escrever. Mas enfim. Focando: se você quer se fazer ouvir: Exija uma resposta: dep.lauriete@camara.gov.br

Ou abra uma reclamação na Auditoria da Camara dos Deputados: 

Você pode usar o modelo da minha reclamação:

Estou indignado com a atitude da Sra. Ilustríssima Deputada Lauriette que utilizou o auditório público, da Câmara dos Deputados para um show de Karaokê. Em NENHUM ambiente de trabalho que não fosse de cunho musical, um profissional seria autorizado a perder o seu tempo e o dos seus colegas profissionais para isso.
O mínimo esperado é que tivesse o seu dia descontado da sua folha e uma notificação de que deveria trabalhar sua fé na Igreja e não no ambiente de trabalho (Plenário).
No caso da Deputada que recebe da POPULAÇÂO Brasileira para lutar pelos direitos do seu país, trabalhar em projetos que melhorem as condições e façam o dia-a-dia de cada trabalhador valer a pena e não para falar da sua fé diante da população.
Ela deveria ser ao menos ser punida. Ou ser orientada a pregar sua fé em um ambiente que não seja o de trabalho. Será possível que falta discernimento?
Gostaria de saber dessa ouvidoria qual será a atitude ou punição da Sra Deputada, que deve ao menos uma retratação pública aos seus patrões, a POPULAÇÂO BRASILEIRA. Use o Youtube como resposta: http://www.youtube.com/watch?v=Lz_V-Nr4cqw&feature=share pois é lá que a vergonha é delatada ao mundo!

E depois acompanhar se haverá uma resposta com o protocolo. O meu está aberto, e o seu?

27 outubro, 2011

Dicas corporativas importantes

 

O post hoje será sobre gerenciamento de produtos e pessoas.

A primeira coisa que recomendo com veemência para qualquer um que se envolva nessa vida (designers, coordenadores, gestores) é ler alguns livros sobre pessoas, depois outros sobre administração e em seguida o get in real da 37 signals.

Nem tudo deverá ser aproveitado, já adianto, mas muito pode ser adaptado para nossa realidade e, essas algumas coisas, deveriam ser seguidas. Aliás, envolvidos em um projeto com mais de um ser humano deveriam assinar um termo contratual juramentado sobre a ciência desses preceitos para tornar a vida de todos bem mais simples.

Enfim, vou misturar um pouco das coisas do livro e algumas que são totalmente minha opinião (já que este blog é meu e posso me expressar livremente).

Quem sabe, no futuro distante, alguém leia e entenda que a vida de outros poderia ser facilitada com decisões pessoais tão simples.

Vamos nós:

1) Regra de ouro: ouça, ouça tudo, até o que você não gosta.

Ouvir não é fácil. Ouvir sobre você é mais complicado ainda. Ouvir aquilo que você não concorda é ainda mais doloroso, mas se você for um gênio já deve ter alguns milhões guardados então, não se preocupe, siga sua intuição. Se você está no mundo os normais: ouça e lembre-se: ouvir é diferente de só escutar.

2) Regra de ouro dois: EMPATIA³.

Minha opinião. Essa palavra é um péssimo argumento. Se você não sabe fazer, ou não vai se responsabilizar por uma coisa ou pela implantação daquilo, sugira, não imponha. Pense em como você se sentiria se alguém o obrigasse a fazer algo que você não concorda. Isso é empatia. Coloque no lugar do outro que você irá ferrar...

3) Não queira aparecer para o chefe, seja profissional que você aparecerá.

Sim o atalho é tentador. Na empresa tem várias pessoas que adoram ser amiguinhos dos chefes e ter a preferência na hora do almoço, na hora de ser ouvido. As vezes funciona, outras vezes não. Preocupe-se em ser profissional acima de tudo.

4) Não espere um tapinha nas costas por um trabalho que é sua responsabilidade, espere o tapinha nas costas por um trabalho acima das expectativas.

5) Tenha bom senso.

6) Utilize-se do by pass, somente, e somente se, o gestor não souber ouvir.

7) Lembre-se: para alguém te ouvir é preciso falar, ninguém tem bola de cristal ou é adivinho.

8) Ninguém, num primeiro momento quer fazer a coisa errada: de algumas chances.

9) Trabalhe em equipe, em uma empresa, você não o único.

10) Ouça os mais velhos, eles têm o que agregar. Isso não quer dizer concordar com tudo.

11) Não concorde com tudo

12) Seria legal ter essas “coisas”? Claro. Elas são essenciais? Elas realmente importam? Não.

13) Se fosse simples explicar uma ideia ou um conceito todos seriam gênios. Transformar o implícito em explicito é uma tarefa complicada. Tente explicar algo que você não entende!

14) Meio, Não Meia-Boca

15) As pessoas costumam gastar tempo demais logo de cara tentando resolver problemas que elas ainda nem têm.

16) Cada vez que você diz sim para uma funcionalidade, você está adotando um filho. Você tem que levar seu bebê através de toda uma cadeia de eventos (exemplo: design, implementação, testes etc.). Uma vez que está funcionalidade está lá, você está preso a ela. Apenas tente removê-la e veja o quão irado ficará o cliente.

17) Crie algo que você possa gerenciar

18) Leia o capítulo: Esqueça Pedidos de Funcionalidades

19) Reuniões São Tóxicas

20) A resposta: “Depende”. Cada caso é cada caso.

21) Seja acima de tudo profissional e respeite as pessoas. Você não tem que ser agradável para tudo. Todos têm dias ruins, todos têm dias bons. Uma hora você está por cima, outra hora não. A grama do vizinho é sempre mais bonita, mas você não sabe quais são os custos ou dificuldades dele. Não cobice. Seja amigo, não seja tonto.

22) Saiba ler. Saiba escrever e aprenda a compreender e a pensar.

Isso é tudo por hoje.

 

16 julho, 2011

Lista de 10 (Dez) dicas muito IMPORTANTES para e-commerce, lojas e lojistas virtuais

 

Se você é um gestor de e-commerce, tem uma loja virtual, um site que vende produtos ou trabalha em um e-commerce e loja virtual leia com atenção. Não seguir essas regras faz com que muitos usuários fujam do seu website e, pode ter certeza, faz com que muitas vezes ela não seja uma loja confiável na percepção de quem nunca o contratou.

 

Introdução

Como distribuirei este texto nas redes sociais e sei que a maioria não lerá todo o blog para saber quem é este que resolveu escrever um guia de dicas de ouro, apresento-me: sou o gerente de produto do site buscapé.com.br a dois anos. Tenho uma empresa chamada PICTI TI, trabalho com tecnologia e websites desde os anos 90.

Já passei várias grandes empresas melhorando o processo de desenvolvimento e agilizando o negócio. Sou mestrando em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (TIDD) pela PUC-SP, formado em Marketing e Processamento de Dados, com cursos na área de negócios, design, comunicação, programação e por ai vai… 

Tenho uma vida muito ligada ao mundo digital e gosto muito, mas muito mesmo,  de tecnologia. Sim já programei, desenvolvi websites, mão na massa mesmo e hoje estou na parte de negócios e organização. Tentando desenvolver o mercado e os profissionais ligados a ele. 

Pronto, publicidade feita, é bom explicar que normalmente uso o meu blog SÓ para coisas pessoais e divulgar coisas que acho interessante, artigos desse tipo vai para revistas e websites especializados, mas dessa vez, este texto vai ser publicado aqui mesmo.

De todo modo, posso dizer que trabalhar com internet dá uma visão muito próxima do que é complicado de ser feito e do que não é nada difícil de resolver, principalmente daquilo que só precisa de um pitada de boa vontade e orientação assertiva para desenrolar.

Em uma conversa com alguns profissionais de e-commerce lá no BuscaPé (principalmente do lado de negócios) e navegando através de lojas virtuais espalhadas por ai, notei que muitas vezes empresários desbravadores, lojistas virtuais, donos de e-commerce não têm ideia do quanto perdem por simplesmente por que não acompanham ou orientem corretamente o “menino do website”.

Aliás, enquanto essa ideia do: faz ai persistir, estou a disposição para entrar no meio do caminho e aplicar minha consultoria para facilitar a vida do profissional da web e do empresário, pois o “faz ai” é realmente chato e produz efeitos péssimos no seu site. Mas isso é um outro post.

 

O ambiente do seu negócio online

Imagine a seguinte situação: você caminhando despreocupadamente em um shopping para comprar um produto. Ar condicionado, estacionamento, seguranças, câmeras, lojas que investiram um bom dinheiro para ficarem perfumadas (odorização de ambiente) – sabe aquele cheirinho bom que tem algumas lojas? é feito para te atrair… Enfim, continue imaginando: a loja investe em vitrinista, limpeza, organização, beleza, conforto, colaboradores. Imaginou?

Agora veja as seguintes plantas baixas de shopping center que encontrei no Google e repare que as pessoas normalmente são atraídas pelas Mega Lojas, Lojas Ancoras e desfilam pelas lojas satélites enquanto estão: ou indo para essas lojas, ou para a alimentação ou para a área de lazer.

image
Imagem 1: planta do Boulevard Campos. Fonte: http://fmanha.com.br/blogs/pontodevista/2010/03/14/o-novo-shopping-de-campos/

image
Imagem 1: Planta Road Shopping

image
Imagem: Planta Baixa Shopping Appio de Brumado – fonte: http://www.shoppingappio.com.br/APRESENTACAOSHOPPINGAPPIO.pdf

Pegou o espírito da coisa já?

Tudo é programado.

Pensado.

Desenhado para que você sinta conforto em gastar seu rico dinheirinho.

E como as coisas do mundo digital são feitas para pessoas que estão no mundo real. Por que deveria ser diferente na sua loja virtual?

Não entenda mal, não estou dizendo que você deve migrar sua loja para um shopping center. Estou dizendo que você deve pensar no conforto, praticidade do seu cliente em comprar o produto que ele quer.

Se sua marca estiver lá no Shopping Center, ótimo! Tem uma projeção de vendas tão boa quanto a um ponto bem localizado, mas se estiver em qualquer lugar e a estrutura não agradar, melou.

A loja real tem uma estrutura que normalmente é pensada por alguém. Tem banheiros, tem um lugar ideal para pagamento, para grupos de produtos relacionados…

Alguém investiu tempo e dinheiro para que o cliente estivesse confortável e encontrasse o produto que estava procurando.

E ainda estou somente na estrutura.

Sua loja virtual já tem acesso? O servidor aguenta? Por que você está preocupado com isso? Por que não investe um pouco em publicidade? Veja como atrair seu cliente e ATENDÊ-LO de maneira adequada.

Você mesmo não fica enfurecido quando vai a uma loja e não consegue comprar aquilo que queria? Não encontra ou não acha naquele lugar, ou o preço está errado…

Invista um pouco em melhorar a navegabilidade (utilidade) da sua loja. Seu cliente quer COMPRAR e ponto. Forneça a ele tudo o que é necessário: quais as perguntas que o cliente faz na sua loja local a cerca do produto? Elas estão respondidas na sua loja?

Coloque uma pessoa que nunca entrou no seu site para encontrar um determinado produto e dê o produto a ela. Analise as dificuldades, veja os problemas.

Faça alguns testes. Navegue você mesmo, veja se a porta do seu website não está abrindo direito, se ao entrar nele uma pessoa ficou 3 minutos esperando uma animação enquanto poderia ter comprado ou escolhido. Trace um paralelo da sua estrutura física para estrutura virtual.

Você quer conforto na estrutura física, por que não tem conforto na virtual?

Quais atrativos você está dando? Quanta facilidade que você está agregando ao site?

Acredito que você, que chegou até esse ponto do texto já tem perguntas suficientes e já deve estar verde de raiva vendo seu website de outra maneira.

Agora pense o seguinte: de quem é a culpa? Não, não é do pedreiro ou do cara que fez o seu website. É sua.

Você que não se preocupou em ORIENTAR quem estava desenvolvendo seu e-commerce a fazê-lo de forma que atendesse o SEU cliente.

Você colocou um pedreiro (nada contra a categoria) para administrar seu negócio. Falou: faz ai, decide ai onde você vai colocar o balcão, o banheiro. Faz ai a minha loja igual ao que você acha certo, pois é muito complicado ficar respondendo todas as suas perguntas.

Você deixou que o responsável pela obra administrasse o seu negócio e tomasse decisões que deveriam ser suas! Você deixou de ouvir o profissional quando ele disse: senhor, colocar o banheiro na entrada da loja não vai funcionar, só vai fazer você ficar com a loja fedida.

A culpa é sua que não ouviu o profissional de tecnologia, e ponderou entre o que é melhor para o conforto do seu cliente e a facilidade de acesso. Você não precisa fazer ou saber como é feito, você precisa ORIENTAR.

Você precisa OUVIR. Quando o profissional fala: olha música no website de venda de aparelhos para deficientes auditivos não é muito adequado, e você, não eu quero, vi isso na academia de ginastica.

Você está obedecendo o SEU GOSTO e não o seu PROFISSIONALISMO.

Tente separar o que é seu gosto. Profissionais de web estudaram para fazer websites corretamente, profissionais de administração estudaram para administrar qualquer negócio.

E também não entenda que a culpa também não é do profissional de web, do menino que faz o site. Ele também é teimoso e acha que sabe tudo, ele que está fazendo ué. Não é bem assim. A sua loja virtual só vai ser boa se contar com expertise do: pedreiro, arquiteto, decorardor, vitrinista, gerente, vendedor, contador e assim por diante.

Na web, a sua loja virtual só vai ser boa se contar com o expertise do: webdesigner, arquitetor da informação, especialista em usabilidade, programador, DBA, projetista, e por ai vai.

E finalmente as 10 dicas que separei especialmente para este artigo:

  1. Não coloque uma INTRODUÇÃO na sua LOJA virtual. É informação inútil.
  2. Downloads de PDF só se for inevitável. Prefira que o PDF esteja na área de PÓS venda ou DEPOIS das informações em HTML. Seu cliente quer ler na web, no celular e depois, só depois que ele se interessar é que vai baixar o conteúdo. Desencane de tentar fazê-lo ler no computador o que deveria estar no seu website para ler simplesmente por que você não quer investir tempo transcrevendo o mesmo documento para a web.
  3. Flash é legal, mas em pequenas proporções. Lembre-se que muita gente não vê Flash pois tem iPad ou iPhone e por que o Flash faz aumentar muito o processamento do browser travando-o. Sim, é por isso que a sua loja fica lenta!
  4. Lembre-se da Tríplice aliança:
    IMAGEM > PREÇO > DESCRIÇÃO ou você compraria o produto abaixo?
    image
  5. Se o produto está INDISPONÍVEL mostre antes do cliente ficar muito interessado no produto da sua loja já que ele não vai poder comprar. Se você não fizer isso com certeza vai ter um consumidor frustrado com o pensamento: fdp de loja que não tem o que eu queria, vou ter que procurar tudo de novo….
  6. Se você tem frete grátis, deixe isso claro, faz com que seja um ponto a mais de decisão de compra.
  7. PADRONIZE A DESCRIÇÃO DO SEU PRODUTO. É um saco para usuário, desenvolvedor, etc. Ter o mesmo produto escrito de várias formas diferentes. Decida se vai ser SONY, sony, SonY. Ou se você vai ter Nome do Produto Marca e Modelo.
  8. Descrição de Produto não é área de PUBLICIDADE. Descrição de produto não é lugar para colocar CÓDIGO. Descrição é: “consiste na caracterização de pessoas, objetos ou lugares, particularizando o que deseja-se ser ressaltado.Uma descrição completa inclui distinções sutis úteis para distinguir uma coisa de outra. Descrição caracteriza-se por ser um “retrato verbal” de pessoas, objetos, animais, sentimentos, cenas ou ambientes. Entretanto, uma descrição não se resume à enumeração pura e simples.” Descrição de produto portanto é… acho que você entendeu.
  9. LN40D550K1GXZD - c / Decodificador. Fone de Ouvido Blackberry Curve 8300 8310 8320 8520 8900 9000 9100 9300 9500 9700 9800 Plug 3,5mm. Celular Desbloqueado TIM LG Optimus P970 Preto c / Android 2.2, Câmera 5MP, Wi - Fi, 3G, Touch Screen, MP3, Rádio FM, Bluetooth, Fone e Cartão 4GB - cod: 378949

    O que você achou dos títulos/nomes desses produtos? Vou abrir um subtópico para os NÃO.
    1. Não, não quero saber o código imenso, ele pode ficar nos detalhes, num subtítulo desde que seja retornado pela busca.
    2. Não, não separa o c/ quando você vai abreviar a imensa palavra “com”.
    3. Todos os modelos que o fone de ouvido atende deveriam estar nos detalhes ou logo abaixo do TÍTULO do produto.
    4. PRESTE ATENÇÃO EM COMO SE ESCREVE OS TERMOS TÉCNICOS. Na dúvida o Google faz isso para você: http://www.google.com/insights/search/#q=wifi%2Cwi-fi%2CWIFI%2Cwi%20fi&cmpt=q
  10. E por último: faça de conta um momento que a sua loja é a do seu vizinho ou do seu concorrente mais agourento. E então auto-critique-se E FAÇA ALGUMA COISA PARA MELHORAR!

Tem muito mais coisas que poderiam ser escritas aqui, mas também deve-se avaliar caso a caso as necessidades. Falta de dinheiro, falta de tempo, falta de tudo sempre irá ter. Cabe a todos trabalharem em equipe para melhor e fazer, com que o seu site ou loja virtual seja a melhor para o seu cliente e não para você.

Então baixe a bola, você pode ser o dono, mas ouça outras pessoas. Então baixe a bola, você pode estar fazendo o site, mas o profissional de venda é que traz o cliente. Então baixe a bola, você é criativo e sabe design mas quem estudou arquitetura/usabilidade foi o outro. E baixem a bola. ORGULHO na hora de desenvolver algo em equipe é sempre ruim!

E tenho dito.

Deixe seu comentário abaixo, é importante! Alegre

 

13 junho, 2008

Como eu queria saber o que fazer...

Na realidade gostaria de conhecer um pouco das leis e da forma de ganhar dinheiro a partir de coisas erradas feitas pelos outros, simples como em filmes que uma ação milionária pode ser ganha somente pelo incomodo sofrido por outros por uma ação estupida feita por ele.

Explicando: Abriu uma maldita casa noturna, chamada Royal na esquina da minha casa, na qual a rua há duas mãos - duas para quem sobe sentido jardins e duas para quem vai sentido centro.

Essa casa é frequentada por boys, patys, filhinhos de papai, inúteis que acham que dinheiro cai do céu e podem fazer o que bem entendem (sim estou generalizando). Devem existir um poucos desafortunados e educados que vêm para conhecer e devem fugir do local. Enfim.

Dentre as boas coisas feitas pelos santos afortunados - com carros do ano, importados, grandes marcas), estes fazem o grande favor de usar as 4 faixas (duas na contra-mão por sinal) para entrar no estacionamento da casa noturna.

Isso com toda educação de anos de estudo pagos nas melhores escolas: cruzando o carro no meio da rua. Encostando o carro do ano deles (que papai deve ter dado) em quem está no sentido certo. Empurrando. Reclamando. E RINDO!

Claro!, você está na faixa correta "atrapalhando" a entrada do estacionamento.

Bem na minha frente um carro simplesmente empurrou a lataria do outro para força-lo a andar. Pronto. Ai que o transito não anda. E o que empurrou ainda ri e fala atrocidades para quem estava na mão correta e não ia entrar no "carnaval".

Sim. Foram mais de 40 minutos para conseguir entrar no estacionamento do meu prédio.

Aproveitei bem o tempo, ouvi o som da minha busina. Testei os meus faróis altos. Aproveitei ainda para ligar para CET e Polícia...  queria qualquer um que fosse capaz de dar um jeito no fuá, pois eu só queria chegar em casa para comer alguma coisa e dormir.

Obrigado. A raiva é tanta, o buzinasso foi tanto, o stress é superior a qualquer outro tipo de vontade no momento. Por isso esse post.

Queria, sinceramente, ter idéia ou poder para entrar com algum tipo de processo ou contra a casa, ou contra os responsáveis por esse bom momento. Aliás eu não precisava ganhar nada, apenas conseguir chegar à minha casa tranquilamente.

Fico pensando, que a casa noturna que eu frequentava, não criava esse tipo de tumulto, e depois alguns são maus elementos e outros não.

Um advogado. Um esperto qualque que ao invés de passar raiva, adoraria ganhar alguns mils reais no minimo pelo simples fato de ter ficado 40 minutos na esquina da sua casa, para conseguir chegar nela.

Royal. Sinceramente se fechasse seria um alívio. Q saco!

SIM. Estou puto da vida.

Pesquisar neste blog

Postagens populares